Publicação
O repto dos vocabulários ortográficos: o dicionário de espanhol-português como ferramenta para a codificação do português da Galiza
| Resumo: | Falar não é um ato puramente criativo (ou é menos criativo do que imaginamos), no sentido de que cada vez que utilizamos a linguagem combinamos livremente (utilizando as regras do sistema) e de maneira inovadora os signos, as unidades, as palavras de que dispomos. Reproduzimos de uma maneira muito mais frequente do que parece conjuntos de palavras ou estruturas lexicais pré-fabricadas, fazendo, pois, um uso limitado das possibilidades combinatórias da língua teoricamente ilimitadas, poderíamos pensar. Em casos de línguas afins como o espanhol e o português, com um vocabulário muito semelhante, e até com regras gramaticais também muito próximas, a diferença entre ambas está, muitas vezes, na combinatória lexical e no uso pragmático-contextual que se faz deste vocabulário “quase” comum. |
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| Autores principais: | Iriarte Sanromán, Álvaro |
| Assunto: | Dicionário codificador Combinatória lexical Estrutura lexical pré-fabricada Dicionário espanhol-português Vocabulário Codificação Português da Galiza Vocabulary Lexical combination Spanish Portuguese Codification Portuguese of Galiza |
| Ano: | 2011 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade do Minho |
| Idioma: | português |
| Origem: | RepositóriUM - Universidade do Minho |
| Resumo: | Falar não é um ato puramente criativo (ou é menos criativo do que imaginamos), no sentido de que cada vez que utilizamos a linguagem combinamos livremente (utilizando as regras do sistema) e de maneira inovadora os signos, as unidades, as palavras de que dispomos. Reproduzimos de uma maneira muito mais frequente do que parece conjuntos de palavras ou estruturas lexicais pré-fabricadas, fazendo, pois, um uso limitado das possibilidades combinatórias da língua teoricamente ilimitadas, poderíamos pensar. Em casos de línguas afins como o espanhol e o português, com um vocabulário muito semelhante, e até com regras gramaticais também muito próximas, a diferença entre ambas está, muitas vezes, na combinatória lexical e no uso pragmático-contextual que se faz deste vocabulário “quase” comum. |
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