Publicação
Etnografias da prisão: novas direções
| Resumo: | Este artigo traça o panorama atual da investigação de terreno sobre a reclusão penal, identificando linhas de evolução e caracterizando-as em relação a temas-chave e debates clássicos. Procurando internacionalizar mais esta discussão através de um alargamento do habitual enfoque nos EUA e no mundo anglófono, o texto organiza-se em torno de uma questão: a ligação prisão-sociedade e a articulação entre o mundo intra e extramuros. Esta articulação é focada a partir de várias perspetivas e escalas de análise, ora mais centradas na instituição e no seu funcionamento, ora nos/as prisioneiros/as e no seu mundo social, dentro e fora da prisão. A porosidade das fronteiras prisionais também foi problematizada e etnografada de diferentes maneiras, entre abordagens da “prisão-em-contexto” e abordagens de “interface”, ambas agora mais reflexivas e entrosadas com debates teóricos mais amplos |
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| Autores principais: | Cunha, Manuela Ivone P. da |
| Assunto: | Etnografia prisional Prisão e sociedade Cultura prisional Experiência prisional Prison ethnography Prison and society Prison boundaries Prison culture Prison experience Ethnografie Prison et societé Culture carcérale Expérience carcérale Prison |
| Ano: | 2014 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade do Minho |
| Idioma: | português |
| Origem: | RepositóriUM - Universidade do Minho |
| Resumo: | Este artigo traça o panorama atual da investigação de terreno sobre a reclusão penal, identificando linhas de evolução e caracterizando-as em relação a temas-chave e debates clássicos. Procurando internacionalizar mais esta discussão através de um alargamento do habitual enfoque nos EUA e no mundo anglófono, o texto organiza-se em torno de uma questão: a ligação prisão-sociedade e a articulação entre o mundo intra e extramuros. Esta articulação é focada a partir de várias perspetivas e escalas de análise, ora mais centradas na instituição e no seu funcionamento, ora nos/as prisioneiros/as e no seu mundo social, dentro e fora da prisão. A porosidade das fronteiras prisionais também foi problematizada e etnografada de diferentes maneiras, entre abordagens da “prisão-em-contexto” e abordagens de “interface”, ambas agora mais reflexivas e entrosadas com debates teóricos mais amplos |
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