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A avaliação do estilo de vida criminal em ofensores sexuais

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A avaliação do estilo de vida criminal dos agressores e em particular dos ofensores sexuais pode fornecer importantes pistas relacionadas com o risco de violência e a probabilidade de reincidência no crime. Os autores avaliaram através da Lifestyle Criminality Screening Form – Revised - LCSF-R (Walters, 1998) uma amostra de 94 sujeitos recluídos, 86 dos quais por crimes sexuais. Os resultados revelaram, entre outros aspectos, que os indivíduos que têm um estilo criminal mais consolidado estão geralmente presos por crimes sexuais (violação, abuso sexual de menores) e outros crimes, simultaneamente, evidenciando ainda resultados mais elevados no estilo de intrusividade interpessoal que é entre todos o que mais associado está ao risco de violência. Implicações destes resultados para o enquadramento institucional e pós-institucional destes indivíduos bem como o seu encaminhamento para programas de intervenção, são discutidos.
Autores principais:Gonçalves, Rui Abrunhosa
Outros Autores:Vieira, Sandra
Assunto:Estilo de vida criminal LCSF Ofensores sexuais
Ano:2005
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:A avaliação do estilo de vida criminal dos agressores e em particular dos ofensores sexuais pode fornecer importantes pistas relacionadas com o risco de violência e a probabilidade de reincidência no crime. Os autores avaliaram através da Lifestyle Criminality Screening Form – Revised - LCSF-R (Walters, 1998) uma amostra de 94 sujeitos recluídos, 86 dos quais por crimes sexuais. Os resultados revelaram, entre outros aspectos, que os indivíduos que têm um estilo criminal mais consolidado estão geralmente presos por crimes sexuais (violação, abuso sexual de menores) e outros crimes, simultaneamente, evidenciando ainda resultados mais elevados no estilo de intrusividade interpessoal que é entre todos o que mais associado está ao risco de violência. Implicações destes resultados para o enquadramento institucional e pós-institucional destes indivíduos bem como o seu encaminhamento para programas de intervenção, são discutidos.