Publicação
Som e cultura: cartografias acústicas e paisagens sonoras
| Resumo: | [Excerto] É consensual a ideia de que a cultura contemporânea se define pela hegemonia da imagem e por um regime de visualidade que atravessa praticamente todas as extensões da vida. “Estamos”, diz Fabio la Rocca, “imersos numa ‘constelação’ de imagens que estruturam a nossa experiência de vida quotidiana, como uma espécie de galáxia do imaginário” (La Rocca, 2017, p. 28). Numa perspetiva que afina com a ideia de que a linguagem verbal cede cada vez mais espaço à expressão visual, o autor sugere que “este é o tempo das imagens e da primazia do imaginário, onde a experiência prática da vida quotidiana está também construída através de uma disposição visual, por meio de uma modalidade visual da nossa relação com e através do mundo” (La Rocca, 2017, p. 28). |
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| Autores principais: | Oliveira, Madalena |
| Outros Autores: | Portela, Pedro; Vicente, Eduardo |
| Assunto: | Texturas sonoras Cultura Som Cartografias acústicas Paisagens sonoras Sound textures Culture Sound Acoustic cartographies Soundscape |
| Ano: | 2018 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade do Minho |
| Idioma: | português |
| Origem: | RepositóriUM - Universidade do Minho |
| Resumo: | [Excerto] É consensual a ideia de que a cultura contemporânea se define pela hegemonia da imagem e por um regime de visualidade que atravessa praticamente todas as extensões da vida. “Estamos”, diz Fabio la Rocca, “imersos numa ‘constelação’ de imagens que estruturam a nossa experiência de vida quotidiana, como uma espécie de galáxia do imaginário” (La Rocca, 2017, p. 28). Numa perspetiva que afina com a ideia de que a linguagem verbal cede cada vez mais espaço à expressão visual, o autor sugere que “este é o tempo das imagens e da primazia do imaginário, onde a experiência prática da vida quotidiana está também construída através de uma disposição visual, por meio de uma modalidade visual da nossa relação com e através do mundo” (La Rocca, 2017, p. 28). |
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