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Um modelo baseado em agentes como instrumento de apoio às políticas de ordenamento de áreas de acolhimento empresarial

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Neste artigo apresenta-se um modelo baseado em agentes que foi construído para simular o impacto que diferentes políticas poderão ter no reforço da atratividade das áreas de acolhimento empresarial (AAE) de quatro municípios portugueses. As políticas foram simuladas através de três cenários, que diferem no grau de coordenação supramunicipal e no tipo de ações implementadas nas AAE. Os resultados demonstram que a qualificação coordenada das AAE é a política mais eficaz. Foi neste cenário que se obteve o maior número de AAE atrativas, que mais empresas se deslocalizaram e que um maior número de lotes vagos foi ocupado. A simulação revelou ainda que a política de promoção de áreas dispersas e com baixos níveis de qualificação é ineficiente na atração de empresas. Esta conclusão é muito importante, uma vez que põe em causa as políticas que têm vindo a ser seguidas pelos municípios portugueses ao longo das últimas décadas.
Autores principais:Fonseca, Fernando Pereira da
Outros Autores:Ramos, Rui A. R.; Silva, António Nélson Rodrigues da
Assunto:Modelo baseado em agentes planeamento regional Quadrilátero urbano
Ano:2014
País:Portugal
Tipo de documento:comunicação em conferência
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:Neste artigo apresenta-se um modelo baseado em agentes que foi construído para simular o impacto que diferentes políticas poderão ter no reforço da atratividade das áreas de acolhimento empresarial (AAE) de quatro municípios portugueses. As políticas foram simuladas através de três cenários, que diferem no grau de coordenação supramunicipal e no tipo de ações implementadas nas AAE. Os resultados demonstram que a qualificação coordenada das AAE é a política mais eficaz. Foi neste cenário que se obteve o maior número de AAE atrativas, que mais empresas se deslocalizaram e que um maior número de lotes vagos foi ocupado. A simulação revelou ainda que a política de promoção de áreas dispersas e com baixos níveis de qualificação é ineficiente na atração de empresas. Esta conclusão é muito importante, uma vez que põe em causa as políticas que têm vindo a ser seguidas pelos municípios portugueses ao longo das últimas décadas.