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A construção do teatro romano de Bracara Augusta

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Em 1999, quando se procedia à conclusão das escavações da palestra das termas públicas romanas do Alto da Cividade, em Braga, foi encontrada uma poderosa estrutura arqueada, com contrafortes, a qual viria a ser rapidamente identificada como uma secção do muro perimetral de um teatro. Descoberto numa extensão de cerca de 15 m, o referido muro acompanhava o pendor da vertente, apresentando-se ladeado por uma rua, limitada na parte sul por um outro muro que sustentava a palestra das termas. Tratava-se, indiscutivelmente, de uma importante descoberta, no âmbito das investigações arqueológicas realizadas em Braga desde 1976 , mas, também, no âmbito mais vasto da análise e compreensão do processo de romanização das cidades do NO da Hispânia, uma vez que estávamos perante o primeiro edifício de espetáculos referenciado no conjunto das três capitais conventuais fundadas por Augusto naquela região da Tarraconense.
Autores principais:Martins, Manuela
Outros Autores:Mar, Ricardo; Ribeiro, Jorge; Magalhães, Fernanda
Assunto:Teatro romano Bracara Augusta
Ano:2013
País:Portugal
Tipo de documento:capítulo de livro
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:Em 1999, quando se procedia à conclusão das escavações da palestra das termas públicas romanas do Alto da Cividade, em Braga, foi encontrada uma poderosa estrutura arqueada, com contrafortes, a qual viria a ser rapidamente identificada como uma secção do muro perimetral de um teatro. Descoberto numa extensão de cerca de 15 m, o referido muro acompanhava o pendor da vertente, apresentando-se ladeado por uma rua, limitada na parte sul por um outro muro que sustentava a palestra das termas. Tratava-se, indiscutivelmente, de uma importante descoberta, no âmbito das investigações arqueológicas realizadas em Braga desde 1976 , mas, também, no âmbito mais vasto da análise e compreensão do processo de romanização das cidades do NO da Hispânia, uma vez que estávamos perante o primeiro edifício de espetáculos referenciado no conjunto das três capitais conventuais fundadas por Augusto naquela região da Tarraconense.