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Estudo de tintas autolimpantes e purificadoras

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Nas grandes cidades a humanidade confronta-se com problemas ambientais muito por causa dos gases de escape dos veículos automóveis e degradação das fachadas dos edifícios devido aos graffitis e acumulação de sujidade nas mesmas. Estes problemas provocam questões de saúde e custos mais elevados de manutenção nos edifícios. Com a introdução de nanopartículas nos materiais estes podem adquirir novas propriedades, nomeadamente a nanopartícula de dióxido de titânio, tida como responsável pela introdução de propriedades de autolimpeza e purificação do ar. A autolimpeza dos materiais evita a acumulação de sujidade, diminuindo a sua necessidade de limpeza e manutenção. Já a purificação do ar permite melhorar a sua qualidade, pela degradação de partículas nocivas. Sendo as tintas e vernizes produtos vastamente utilizados em automóveis, edifícios, mobiliário…, e estando estes na superfície destes objetos, faz todo o sentido proporcionar às mesmas estas propriedades. Nesta investigação foram produzidas tintas com efeito fotocatalítico através da adição de 0% (referência), 11%, 22% e 33% de dióxido de titânio nanométrico a um verniz. Estudou-se ainda a capacidade aderente destas a diferentes argamassas, tais como, cal hidráulica, cal aérea, cimento, gesso e ainda estas mesmas mas com a introdução de 40% de Materiais de Mudança de Fase. Verificou-se em todas elas uma boa capacidade aderente aos diferentes substratos, destacandose o verniz com adição de 22% de dióxido de titânio o que apresentou maior eficiência fotocatalítica. Notou-se ainda uma diminuição da capacidade aderente das argamassas contendo Materiais de Mudança de Fase, com exceção das argamassas de gesso as quais mantiveram a capacidade em relação às argamassas de referência.
Autores principais:Silva, José Dinis Cruz da
Assunto:Tintas e vernizes Argamassas Fotocatálise Dióxido de titânio Materiais de mudança de fase Paints and varnishes Mortars Photocatalysis Titanium dioxide Phase change materials
Ano:2013
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:Nas grandes cidades a humanidade confronta-se com problemas ambientais muito por causa dos gases de escape dos veículos automóveis e degradação das fachadas dos edifícios devido aos graffitis e acumulação de sujidade nas mesmas. Estes problemas provocam questões de saúde e custos mais elevados de manutenção nos edifícios. Com a introdução de nanopartículas nos materiais estes podem adquirir novas propriedades, nomeadamente a nanopartícula de dióxido de titânio, tida como responsável pela introdução de propriedades de autolimpeza e purificação do ar. A autolimpeza dos materiais evita a acumulação de sujidade, diminuindo a sua necessidade de limpeza e manutenção. Já a purificação do ar permite melhorar a sua qualidade, pela degradação de partículas nocivas. Sendo as tintas e vernizes produtos vastamente utilizados em automóveis, edifícios, mobiliário…, e estando estes na superfície destes objetos, faz todo o sentido proporcionar às mesmas estas propriedades. Nesta investigação foram produzidas tintas com efeito fotocatalítico através da adição de 0% (referência), 11%, 22% e 33% de dióxido de titânio nanométrico a um verniz. Estudou-se ainda a capacidade aderente destas a diferentes argamassas, tais como, cal hidráulica, cal aérea, cimento, gesso e ainda estas mesmas mas com a introdução de 40% de Materiais de Mudança de Fase. Verificou-se em todas elas uma boa capacidade aderente aos diferentes substratos, destacandose o verniz com adição de 22% de dióxido de titânio o que apresentou maior eficiência fotocatalítica. Notou-se ainda uma diminuição da capacidade aderente das argamassas contendo Materiais de Mudança de Fase, com exceção das argamassas de gesso as quais mantiveram a capacidade em relação às argamassas de referência.