Publicação
Uso de viscosidade turbulenta constante na predição numérica do assoreamento numa armadilha
| Resumo: | A capacidade de predizer taxas de sedimentação e sua distribuição não uniforme em ri os e reservatorios é tarefa não trivial, sendo importante tanto na fase de concepçã o de estudos e projetos como para a gestão ambiental sustentável destes sistemas. A associação de ferramenta computacional para o estudo do transporte sedimentar re presenta um ganho de tempo, e também monetário, permitindo diagnosticar e prognosticar cenários, antecipando medidas de intervenção programadas. Considerando a aplicação intensiva da dinâmica de fluidos computacional nos estudos morfodinâmicos em sistemas reais , com o uso do conceito de água s pouco profundas, este trabalho avalia numericamente o assoreamento inicial em uma armadilha de sedimentos construída em laboratorio, com a utilização de vi scosidade turbulenta constante. Emprega o código Delft3D, desenvolvido pela WL - Delft Hydraulics, i nstituto de pesquisa da Holanda . O modelo hidráulico tem como base as equações de Navier - Stockes, permitindo análises em duas ou três dimensões por incorporar modelos de turbulência . O módulo de transporte de sedimentos tem como base a equação de advecção - difusão, além de contar com as equações semi - empíricas consagradas na literatura. O escoamento hidrodinâmico simulado f oi calibrado para as velocidade s de água medida s em regiões específicas da armadilha, com o uso de velocimetria a laser. A simulação do assoreamento foi iniciada a partir da calibração hidrodinâmica, configurada para os dados conhecidos do sedimento utilizado . Os resultados obtidos apresentaram boa concordância entre o assoreamento medido e simulado de c urto período. A extensão do período simulado apontou para uma divergência entre os padrões de deposição |
|---|---|
| Autores principais: | Venâncio, Stênio |
| Outros Autores: | Pinho, José L. S.; Vieira, J. M. Pereira; Anjo, Luiz Fernando Resende dos Santos |
| Assunto: | Armadilha de sedimentos Assoreamento Simulação numérica Engenharia e Tecnologia::Engenharia Civil |
| Ano: | 2015 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | comunicação em conferência |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade do Minho |
| Idioma: | português |
| Origem: | RepositóriUM - Universidade do Minho |
| Resumo: | A capacidade de predizer taxas de sedimentação e sua distribuição não uniforme em ri os e reservatorios é tarefa não trivial, sendo importante tanto na fase de concepçã o de estudos e projetos como para a gestão ambiental sustentável destes sistemas. A associação de ferramenta computacional para o estudo do transporte sedimentar re presenta um ganho de tempo, e também monetário, permitindo diagnosticar e prognosticar cenários, antecipando medidas de intervenção programadas. Considerando a aplicação intensiva da dinâmica de fluidos computacional nos estudos morfodinâmicos em sistemas reais , com o uso do conceito de água s pouco profundas, este trabalho avalia numericamente o assoreamento inicial em uma armadilha de sedimentos construída em laboratorio, com a utilização de vi scosidade turbulenta constante. Emprega o código Delft3D, desenvolvido pela WL - Delft Hydraulics, i nstituto de pesquisa da Holanda . O modelo hidráulico tem como base as equações de Navier - Stockes, permitindo análises em duas ou três dimensões por incorporar modelos de turbulência . O módulo de transporte de sedimentos tem como base a equação de advecção - difusão, além de contar com as equações semi - empíricas consagradas na literatura. O escoamento hidrodinâmico simulado f oi calibrado para as velocidade s de água medida s em regiões específicas da armadilha, com o uso de velocimetria a laser. A simulação do assoreamento foi iniciada a partir da calibração hidrodinâmica, configurada para os dados conhecidos do sedimento utilizado . Os resultados obtidos apresentaram boa concordância entre o assoreamento medido e simulado de c urto período. A extensão do período simulado apontou para uma divergência entre os padrões de deposição |
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