Publicação
[Recensão a] Esquenazi, Jean-Pierre (2002). L’ écriture de l’actualité: pour une sociologie du discours médiatique. Grenoble: Presses Universitaires de Grenoble
| Resumo: | Se o subtítulo não reunir força suficiente para impor um determinado contrato de leitura, nas primeiras páginas deste livro, Jean-Pierre Esquenazi introduz-nos no caminho que percorrerão as páginas que temos pela frente: “interessam-nos os produtos dos media que definiremos não como ‘textos’, mas como ‘discursos’. Esta pequena modificação lexical é a expressão de um olhar diferente sobre objectos particulares. Queremos examiná-los mais enquanto sociólogos do que como semiólogos, mais como factos sociais do que como actos de linguagem” (p. 8). Nessa abordagem, este professor da Universidade Lyon 3 e investigador do Centre de Sociologie des Pratiques et des Représentations Culturelles de Grenoble tem já trabalho publicado que lhe permite aventurar-se num percurso que visa tirar das zonas sombrias alguns modos através dos quais os media traduzem o estado do mundo, contribuindo, assim, para nos devolver em palavras e imagens o desenho do universo em que habitamos. Refira-se, por exemplo, Le Pouvoir d’un média: TF1 et son discours (ed. L’Harmattan, Paris, 1996). Na publicação que aqui tratamos, mais do que do papel difusor dos meios de comunicação social, do que se fala é dos media como uma instância que (re)constrói uma realidade social, num permanente processo de interacção entre o que está dentro (do campo mediático) e o que está fora (noutros campos sociais). |
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| Autores principais: | Lopes, Felisbela |
| Assunto: | Media Discursos Discursos mediáticos |
| Ano: | 2004 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade do Minho |
| Idioma: | português |
| Origem: | RepositóriUM - Universidade do Minho |
| Resumo: | Se o subtítulo não reunir força suficiente para impor um determinado contrato de leitura, nas primeiras páginas deste livro, Jean-Pierre Esquenazi introduz-nos no caminho que percorrerão as páginas que temos pela frente: “interessam-nos os produtos dos media que definiremos não como ‘textos’, mas como ‘discursos’. Esta pequena modificação lexical é a expressão de um olhar diferente sobre objectos particulares. Queremos examiná-los mais enquanto sociólogos do que como semiólogos, mais como factos sociais do que como actos de linguagem” (p. 8). Nessa abordagem, este professor da Universidade Lyon 3 e investigador do Centre de Sociologie des Pratiques et des Représentations Culturelles de Grenoble tem já trabalho publicado que lhe permite aventurar-se num percurso que visa tirar das zonas sombrias alguns modos através dos quais os media traduzem o estado do mundo, contribuindo, assim, para nos devolver em palavras e imagens o desenho do universo em que habitamos. Refira-se, por exemplo, Le Pouvoir d’un média: TF1 et son discours (ed. L’Harmattan, Paris, 1996). Na publicação que aqui tratamos, mais do que do papel difusor dos meios de comunicação social, do que se fala é dos media como uma instância que (re)constrói uma realidade social, num permanente processo de interacção entre o que está dentro (do campo mediático) e o que está fora (noutros campos sociais). |
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