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Escala de felicidade subjetiva: validação em adolescentes portugueses

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Nos últimos anos tem havido um aumento crescente no interesse pelo estudo da felicidade e o do bem-estar subjetivo em diferentes áreas e sobre várias perspetivas. Lyubomirsky e Lepper (1999) focam a importância da subjetividade no estudo do processo da felicidade. Destacando o conceito de felicidade nesta investigação e considerando como suporte quer variáveis positivas como a autoestima e a satisfação com a vida, quer variáveis negativas, como a depressão, a ansiedade e o stress, o objetivo primordial deste estudo centra-se na validação da escala de Felicidade Subjetiva para adolescentes portugueses. Participaram neste estudo 884 alunos do 7º ao 12º ano, de uma escola da zona norte. Os resultados mostram que esta escala apresenta uma confiabilidade adequada e a análise fatorial confirmatória apresentou um bom ajuste dos dados ao modelo. Além disso, verificaram-se associações positivas entre as escalas de funcionamento psicológico positivo (autoestima e satisfação com a vida) e associações negativas entre estas e a escala de funcionamento psicológico negativo (ansiedade, depressão e stress). Os resultados sugerem, assim, que a escala de felicidade subjetiva (EF) é uma medida válida e confiável para avaliar a felicidade subjetiva em jovens portugueses.
Autores principais:Vilas Boas, Daniela Faria
Assunto:Funcionamento positivo Felicidade subjetiva Adolescentes Validação Positive functioning Subjective hapiness Adolescents Validation
Ano:2016
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:Nos últimos anos tem havido um aumento crescente no interesse pelo estudo da felicidade e o do bem-estar subjetivo em diferentes áreas e sobre várias perspetivas. Lyubomirsky e Lepper (1999) focam a importância da subjetividade no estudo do processo da felicidade. Destacando o conceito de felicidade nesta investigação e considerando como suporte quer variáveis positivas como a autoestima e a satisfação com a vida, quer variáveis negativas, como a depressão, a ansiedade e o stress, o objetivo primordial deste estudo centra-se na validação da escala de Felicidade Subjetiva para adolescentes portugueses. Participaram neste estudo 884 alunos do 7º ao 12º ano, de uma escola da zona norte. Os resultados mostram que esta escala apresenta uma confiabilidade adequada e a análise fatorial confirmatória apresentou um bom ajuste dos dados ao modelo. Além disso, verificaram-se associações positivas entre as escalas de funcionamento psicológico positivo (autoestima e satisfação com a vida) e associações negativas entre estas e a escala de funcionamento psicológico negativo (ansiedade, depressão e stress). Os resultados sugerem, assim, que a escala de felicidade subjetiva (EF) é uma medida válida e confiável para avaliar a felicidade subjetiva em jovens portugueses.