Publicação
Imagens e discursos nos protestos feministas. Introdução
| Resumo: | [Excerto] Nas últimas duas décadas, têm-se multiplicado as ações feministas de protesto nas ruas das cidades, em praticamente todos os continentes. As muitas mulheres que foram para a rua na Primavera Árabe de 2011, as várias “marchas das vadias”, no Brasil, no mesmo ano, as mobilizações do #niunomenos, na Argentina, e do #MiPrimerAcoso, no Chile, em 2015, as várias marchas das mulheres #nãoSejasTrump, nos EUA, instigadas pelo #MeToo, em 2017, o ciclo de protestos, iniciado no Brasil sob o lema “Mexeu com uma, mexeu com todas”, a greve feminista em Espanha, em 2017, o ciclo de protestos espanhóis “La manada somos nosotras”, os protestos #Elenão no Brasil, ambos no decorrer do ano de 2018 e o protesto chileno, em 2019, “Um violador en tu caminho”, são alguns exemplos da mais recente mobilização política das mulheres em protestos de rua (Kaplan, 2004; Reiss, 2016). Começando por ser iniciativas locais, muitas destas ações estenderam-se por todo o mundo, emprestando nova vida ao slogan “a solidariedade é a nossa arma” (Arruzza et al., 2019, p. 7). |
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| Autores principais: | Pinto-Coelho, Zara |
| Outros Autores: | Brandão, Ana Maria; Mota-Ribeiro, Silvana |
| Assunto: | Feminista Imagens visuais Movimentos sociais Protestos de rua Resistência |
| Ano: | 2021 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | outro |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade do Minho |
| Idioma: | português |
| Origem: | RepositóriUM - Universidade do Minho |
| Resumo: | [Excerto] Nas últimas duas décadas, têm-se multiplicado as ações feministas de protesto nas ruas das cidades, em praticamente todos os continentes. As muitas mulheres que foram para a rua na Primavera Árabe de 2011, as várias “marchas das vadias”, no Brasil, no mesmo ano, as mobilizações do #niunomenos, na Argentina, e do #MiPrimerAcoso, no Chile, em 2015, as várias marchas das mulheres #nãoSejasTrump, nos EUA, instigadas pelo #MeToo, em 2017, o ciclo de protestos, iniciado no Brasil sob o lema “Mexeu com uma, mexeu com todas”, a greve feminista em Espanha, em 2017, o ciclo de protestos espanhóis “La manada somos nosotras”, os protestos #Elenão no Brasil, ambos no decorrer do ano de 2018 e o protesto chileno, em 2019, “Um violador en tu caminho”, são alguns exemplos da mais recente mobilização política das mulheres em protestos de rua (Kaplan, 2004; Reiss, 2016). Começando por ser iniciativas locais, muitas destas ações estenderam-se por todo o mundo, emprestando nova vida ao slogan “a solidariedade é a nossa arma” (Arruzza et al., 2019, p. 7). |
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