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Livemocha : uma rede social de aprendizagem de línguas

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Este estudo centra-se na análise da rede social de aprendizagem de línguas Livemocha, procurando conhecer a realidade portuguesa no que diz respeito à sua utilização. Na componente conceptual, a revisão de literatura centra-se em duas vertentes. A primeira relacionada com as questões do social networking, bem como as comunidades virtuais de aprendizagem, analisando os tipos de comunidades virtuais descritos por Henri e Pudelko (2003) e os modelos de aprendizagem em ambientes virtuais referidos por Meirinhos e Osório (2007). Ainda no âmbito das redes sociais, analisa-se a teoria da aprendizagem social de Wenger (1998), os conceitos de construtivismo comunal e conetivismo. A segunda vertente centra-se na aprendizagem de línguas estrangeiras. Neste contexto, foca as teorias de second language acquisiton, o conceito CALL (computer assisted language learning), a teoria electrate language learning, o modelo Tandem de aprendizagem de línguas e o feedback. Conclui-se esta análise com a descrição da rede Livemocha, com uma breve incursão na sua nova versão. A metodologia utilizada insere-se na tipologia da etnografia virtual ou digital e contemplou a criação de uma base de dados com os dados recolhidos na rede, a realização de um questionário, entrevistas e estudo da atividade dos utilizadores. Os resultados mostram uma atitude positiva perante esta ferramenta e a comunidade de aprendizagem que se estabelece no seu seio. As funcionalidades que integra permitem interagir com nativos de diversas línguas, o que constitui o seu maior trunfo. Há algumas indicações neste estudo de progressão efetiva na aprendizagem, sobretudo a nível vocabular e menos notória na componente gramatical, que necessitam de comprovação em estudos posteriores.
Autores principais:Lopes, Cristiana Cerdeira
Assunto:Redes sociais Comunidades virtuais de aprendizagem Teoria da aprendizagem social Aquisição de segunda língua (SLA) Aprendizagem de línguas mediada por computador (CALL) Electrate language learning Tandem Social networking sites Virtual learning communities Social learning theory Second language acquisition (SLA)
Ano:2013
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:Este estudo centra-se na análise da rede social de aprendizagem de línguas Livemocha, procurando conhecer a realidade portuguesa no que diz respeito à sua utilização. Na componente conceptual, a revisão de literatura centra-se em duas vertentes. A primeira relacionada com as questões do social networking, bem como as comunidades virtuais de aprendizagem, analisando os tipos de comunidades virtuais descritos por Henri e Pudelko (2003) e os modelos de aprendizagem em ambientes virtuais referidos por Meirinhos e Osório (2007). Ainda no âmbito das redes sociais, analisa-se a teoria da aprendizagem social de Wenger (1998), os conceitos de construtivismo comunal e conetivismo. A segunda vertente centra-se na aprendizagem de línguas estrangeiras. Neste contexto, foca as teorias de second language acquisiton, o conceito CALL (computer assisted language learning), a teoria electrate language learning, o modelo Tandem de aprendizagem de línguas e o feedback. Conclui-se esta análise com a descrição da rede Livemocha, com uma breve incursão na sua nova versão. A metodologia utilizada insere-se na tipologia da etnografia virtual ou digital e contemplou a criação de uma base de dados com os dados recolhidos na rede, a realização de um questionário, entrevistas e estudo da atividade dos utilizadores. Os resultados mostram uma atitude positiva perante esta ferramenta e a comunidade de aprendizagem que se estabelece no seu seio. As funcionalidades que integra permitem interagir com nativos de diversas línguas, o que constitui o seu maior trunfo. Há algumas indicações neste estudo de progressão efetiva na aprendizagem, sobretudo a nível vocabular e menos notória na componente gramatical, que necessitam de comprovação em estudos posteriores.