Publicação
Proposta metodológica para avaliação dos impactes não-auditivos do ruído de baixa frequência no sistema auditivo humano
| Resumo: | A incomodidade tem sido reportada como o efeito não-auditivo mais frequente da exposição humana ao ruído de baixa frequência. As várias metodologias existentes para a avaliação da incomodidade devida ao ruído de baixa frequência aplicam o filtro de ponderação A, que contribui para que os valores medidos fiquem abaixo dos valores considerados prejudiciais para a saúde. A investigação desenvolvida avaliou os impactes da exposição ao ruído de baixa frequência em áreas residenciais, com a presença de postes e linhas de alta tensão, no sistema auditivo humano e apresenta uma metodologia de avaliação da incomodidade orientada exclusivamente para as baixas frequências. Do ponto de vista metodológico, os protocolos desenvolvidos foram adaptados tendo por base a ISO 8253-1/2010 e foram compostos por três etapas: a determinação do limiar de audição, a avaliação da incomodidade e a realização de testes cognitivos. A metodologia desenvolvida mostrou-se adequada à finalidade pretendida, uma vez que avaliou a perceção do ruído de baixa frequência e mostrou a necessidade de ampliar o intervalo mínimo de frequência para avaliar o impacto desse tipo de ruído na população. Os valores registrados foram percebidos como desconfortáveis pelos voluntários. Isso mostra a fragilidade dos métodos existentes para avaliar o desconforto no ruído, que geralmente são baseados em parâmetros objetivos. |
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| Autores principais: | Alves, Juliana Araújo |
| Outros Autores: | Silva, Lígia Torres; Remoaldo, Paula Cristina Almeida; Paiva, Filipa |
| Assunto: | Incomodidade devida ao ruído limiar de audição Metodologia de avaliação Ruído de baixa frequência |
| Ano: | 2019 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | comunicação em conferência |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade do Minho |
| Idioma: | português |
| Origem: | RepositóriUM - Universidade do Minho |
| Resumo: | A incomodidade tem sido reportada como o efeito não-auditivo mais frequente da exposição humana ao ruído de baixa frequência. As várias metodologias existentes para a avaliação da incomodidade devida ao ruído de baixa frequência aplicam o filtro de ponderação A, que contribui para que os valores medidos fiquem abaixo dos valores considerados prejudiciais para a saúde. A investigação desenvolvida avaliou os impactes da exposição ao ruído de baixa frequência em áreas residenciais, com a presença de postes e linhas de alta tensão, no sistema auditivo humano e apresenta uma metodologia de avaliação da incomodidade orientada exclusivamente para as baixas frequências. Do ponto de vista metodológico, os protocolos desenvolvidos foram adaptados tendo por base a ISO 8253-1/2010 e foram compostos por três etapas: a determinação do limiar de audição, a avaliação da incomodidade e a realização de testes cognitivos. A metodologia desenvolvida mostrou-se adequada à finalidade pretendida, uma vez que avaliou a perceção do ruído de baixa frequência e mostrou a necessidade de ampliar o intervalo mínimo de frequência para avaliar o impacto desse tipo de ruído na população. Os valores registrados foram percebidos como desconfortáveis pelos voluntários. Isso mostra a fragilidade dos métodos existentes para avaliar o desconforto no ruído, que geralmente são baseados em parâmetros objetivos. |
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