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Entre o conhecimento e o desejo: estratégias de emancipação das personagens Lila e Lenù na tetralogia napolitana de Elena Ferrante

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A tetralogia napolitana de Elena Ferrante foi publicada entre 2011 e 2014, na Itália, e rapidamente espalhou-se pelo mundo de uma maneira muito abrangente, popularizando e pautando debates entre leitores, especialmente o público feminino, a partir da história de amizade de Lila e Lenù. Com este trabalho, busco compreender o potencial feminista da obra e como a construção da subjetividade e da identidade da protagonista e narradora, Lenù, através da narrativa, é um caminho viável para ressignificar a existência, criando novas formas de estar no mundo. Para isso, analisei a formação feminista da personagem Lenù, as diferentes estratégias de resistência de Lila e de Lenù e a construção da subjetividade e da identidade de Lenù à luz do pensamento de Paul Ricoeur e Seyla Benhabib sobre o tema.
Autores principais:Menezes, Cristina Carneiro de
Assunto:Elena Ferrante Teatro Emancipação Identidade Subjetividade Feminismo Escrita Identity Subjectivity Feminism Writing Identità Soggettività Femminismo Scrittura
Ano:2020
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade Nova de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório Institucional da UNL
Descrição
Resumo:A tetralogia napolitana de Elena Ferrante foi publicada entre 2011 e 2014, na Itália, e rapidamente espalhou-se pelo mundo de uma maneira muito abrangente, popularizando e pautando debates entre leitores, especialmente o público feminino, a partir da história de amizade de Lila e Lenù. Com este trabalho, busco compreender o potencial feminista da obra e como a construção da subjetividade e da identidade da protagonista e narradora, Lenù, através da narrativa, é um caminho viável para ressignificar a existência, criando novas formas de estar no mundo. Para isso, analisei a formação feminista da personagem Lenù, as diferentes estratégias de resistência de Lila e de Lenù e a construção da subjetividade e da identidade de Lenù à luz do pensamento de Paul Ricoeur e Seyla Benhabib sobre o tema.