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Do microfone à mistura: a relação entre a produção e pós-produção e as implicações das mesmas no produto final e no ouvinte

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A criação e disseminação da música é um dos fenómenos mais intrigantes da história da humanidade, e a gravação e impressão da mesma em formato físico na transição entre o século XIX e XX representa uma revolução, não só tecnológica, mas também cultural. Por trás das ondas sonoras emitidas pelo altifalante moderno, encontra-se mais do que apenas o músico e o compositor - revela-se o engenheiro de som, permitindo que dada obra chegue aos nossos ouvidos tal como a ouvimos num disco de vinil, CD ou cassete. Será (ou deverá) ser o papel do engenheiro de som apenas o de um simples catalisador técnico? Que impactos quantitativo e qualitativo tem o mesmo na obra final audível? E fará sentido categorizar tão estritamente os rótulos de “produtor”, “técnico” e “artista” num século XXI de revoluções tecnológicas? Esta tese e relatório de estágio procuram aprofundar estas questões, obtendo conclusões com base em experiências práticas e reais do dia-a-dia num estúdio de gravação profissional.
Autores principais:Lopes, Pedro Maia Varela Teixeira
Assunto:Produção musical Engenheiro de som Gravação musical Tecnologia da música Estúdio de gravação Home studio Sound engineer Music recording Music technology Music production Recording studio
Ano:2020
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade Nova de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório Institucional da UNL
Descrição
Resumo:A criação e disseminação da música é um dos fenómenos mais intrigantes da história da humanidade, e a gravação e impressão da mesma em formato físico na transição entre o século XIX e XX representa uma revolução, não só tecnológica, mas também cultural. Por trás das ondas sonoras emitidas pelo altifalante moderno, encontra-se mais do que apenas o músico e o compositor - revela-se o engenheiro de som, permitindo que dada obra chegue aos nossos ouvidos tal como a ouvimos num disco de vinil, CD ou cassete. Será (ou deverá) ser o papel do engenheiro de som apenas o de um simples catalisador técnico? Que impactos quantitativo e qualitativo tem o mesmo na obra final audível? E fará sentido categorizar tão estritamente os rótulos de “produtor”, “técnico” e “artista” num século XXI de revoluções tecnológicas? Esta tese e relatório de estágio procuram aprofundar estas questões, obtendo conclusões com base em experiências práticas e reais do dia-a-dia num estúdio de gravação profissional.