Publicação
Liberalismo à Brasileira: Um estudo sociológico sobre a genealogia do tipo de cidadão brasileiro (1822-1891)
| Resumo: | Liberalismo à Brasileira: Um Estudo Sociológico Sobre a Genealogia do Tipo de Cidadão Brasileiro (1822-1891) é uma dissertação de mestrado em Sociologia a realizar um balanço crítico sobre a agenda do liberalismo brasileiro, a sua relação com a independência do Brasil e a escravidão, assim como a atuação do Estado brasileiro na promoção e difusão da cidadania formal durante o século XIX, e a omissão deste Estado em relação à cidadania substantiva. Problematiza-se nesta dissertação tanto a independência do Brasil, quanto o liberalismo brasileiro como uma revolução a construir um Estado democrático e de direito em paridade com as demais formações liberais internacionais, mas que permanece com práticas de gestão colonial em relação à sua gente. Desconstrói-se nesta dissertação a “ideologia do atraso” dos países em desenvolvimento, para encontrar a emergência dos cidadãos insurgentes enquanto práticas de liberdade e igualdade. |
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| Autores principais: | HANDLYKKEN-LUZ, Jean Carlos |
| Assunto: | Liberalismo brasileiro Cidadania Igualdade social Controle social Ancestralidade Escravidão Democracia Brazilian Liberalism Citizenship Social equality Social control Ancestry Slavery Democracy |
| Ano: | 2019 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade Nova de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório Institucional da UNL |
| Resumo: | Liberalismo à Brasileira: Um Estudo Sociológico Sobre a Genealogia do Tipo de Cidadão Brasileiro (1822-1891) é uma dissertação de mestrado em Sociologia a realizar um balanço crítico sobre a agenda do liberalismo brasileiro, a sua relação com a independência do Brasil e a escravidão, assim como a atuação do Estado brasileiro na promoção e difusão da cidadania formal durante o século XIX, e a omissão deste Estado em relação à cidadania substantiva. Problematiza-se nesta dissertação tanto a independência do Brasil, quanto o liberalismo brasileiro como uma revolução a construir um Estado democrático e de direito em paridade com as demais formações liberais internacionais, mas que permanece com práticas de gestão colonial em relação à sua gente. Desconstrói-se nesta dissertação a “ideologia do atraso” dos países em desenvolvimento, para encontrar a emergência dos cidadãos insurgentes enquanto práticas de liberdade e igualdade. |
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