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Desenvolvimento de competências socioculturais na aula de língua estrangeira

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Resumo:O presente relatório reflete sobre a importância da componente sociocultural no ensino das línguas estrangeiras, tendo como ponto de partida a convicção de que o ensino de uma língua estrangeira é também o ensino das suas culturas nativas, pois cada língua existe dentro de determinada matriz cultural e só a exploração integrada de ambas as vertentes pode levar à sua real descoberta para lá dos estereótipos e à comunicação eficaz com os falantes nativos. Assim, começar-se-á por verificar os fundamentos teóricos para tal convicção, seguindo-se algumas propostas didáticas implementadas com alunos de diferentes faixas etárias, ciclos de ensino e níveis de língua, dentro e fora da sala de aula de Inglês e Espanhol, que pretendem exemplificar aprendizagens culturalmente contextualizadas da língua estrangeira. As atividades propostas para a aula de Espanhol foram desenvolvidas pela autora durante o ano letivo 2013 / 2014, no âmbito da Prática de Ensino Supervisionado de Espanhol no 3º Ciclo do Ensino Básico e Ensino Secundário, que decorreu no Agrupamento de Escolas Augusto Cabrita, no Barreiro. As atividades propostas para a aula de Inglês baseiam-se no trabalho da autora como professora de Inglês no mesmo ano letivo. Por fim, reflete-se brevemente sobre a questão fundamental colocada por este relatório, agora à luz do trabalho realizado e dos resultados obtidos.
Autores principais:Lemos, Maria João Colmeiro de
Assunto:Língua e cultura estrangeiras Estereótipos culturais Competências comunicativa e cultural foreign languages and cultures Cultural stereotypes Communicative and cultural skills
Ano:2017
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade Nova de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório Institucional da UNL
Descrição
Resumo:O presente relatório reflete sobre a importância da componente sociocultural no ensino das línguas estrangeiras, tendo como ponto de partida a convicção de que o ensino de uma língua estrangeira é também o ensino das suas culturas nativas, pois cada língua existe dentro de determinada matriz cultural e só a exploração integrada de ambas as vertentes pode levar à sua real descoberta para lá dos estereótipos e à comunicação eficaz com os falantes nativos. Assim, começar-se-á por verificar os fundamentos teóricos para tal convicção, seguindo-se algumas propostas didáticas implementadas com alunos de diferentes faixas etárias, ciclos de ensino e níveis de língua, dentro e fora da sala de aula de Inglês e Espanhol, que pretendem exemplificar aprendizagens culturalmente contextualizadas da língua estrangeira. As atividades propostas para a aula de Espanhol foram desenvolvidas pela autora durante o ano letivo 2013 / 2014, no âmbito da Prática de Ensino Supervisionado de Espanhol no 3º Ciclo do Ensino Básico e Ensino Secundário, que decorreu no Agrupamento de Escolas Augusto Cabrita, no Barreiro. As atividades propostas para a aula de Inglês baseiam-se no trabalho da autora como professora de Inglês no mesmo ano letivo. Por fim, reflete-se brevemente sobre a questão fundamental colocada por este relatório, agora à luz do trabalho realizado e dos resultados obtidos.