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Emoção Artificial e as circunstâncias que definem um artista

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Este trabalho tem como base de reflexão as relações, ética e estética, entre a forma artística e a perceção, bem como as interrogações sobre a possibilidade de um conhecimento, pela configuração de elementos que possam estabelecer aproximações e distanciamentos entre pessoas de diferentes culturas, bem como em contextos tecnológicos. De um ponto de vista clássico, a estética idealiza a beleza da composição e tem como objectivo superar o que se entende por imperfeições. No entanto, na contemporaneidade, ela também se direciona a novas formas e conceitos distintos, pretendendo alcançar a inovação, conforme os contextos da criação, ou as predisposições artísticas, culturais e tecnológicas que respondem a exigências de aumento da capacidade de produção por indivíduos cada vez mais críticos e desinteressados. Assim, a constante disponibilização de novas formas e conteúdos emerge como um processo de transformação que implica, por sua vez, a reforma de valores na ordem e nas regras de cada cultura, potenciando a construção de um imaginário coletivo subjetivo.
Autores principais:Vassalo, Bruno Ricardo Lino
Assunto:Emoção artificial Artista
Ano:2024
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade Nova de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório Institucional da UNL
Descrição
Resumo:Este trabalho tem como base de reflexão as relações, ética e estética, entre a forma artística e a perceção, bem como as interrogações sobre a possibilidade de um conhecimento, pela configuração de elementos que possam estabelecer aproximações e distanciamentos entre pessoas de diferentes culturas, bem como em contextos tecnológicos. De um ponto de vista clássico, a estética idealiza a beleza da composição e tem como objectivo superar o que se entende por imperfeições. No entanto, na contemporaneidade, ela também se direciona a novas formas e conceitos distintos, pretendendo alcançar a inovação, conforme os contextos da criação, ou as predisposições artísticas, culturais e tecnológicas que respondem a exigências de aumento da capacidade de produção por indivíduos cada vez mais críticos e desinteressados. Assim, a constante disponibilização de novas formas e conteúdos emerge como um processo de transformação que implica, por sua vez, a reforma de valores na ordem e nas regras de cada cultura, potenciando a construção de um imaginário coletivo subjetivo.