Publicação
Projecto Apriés (Mênfis/Kom Tuman)
| Resumo: | O projecto arqueológico “Palácio de Apriés, Mênfis” desenvolvido por uma equipa portuguesa, em Kôm Tumân, confirmou algumas das hipóteses levantadas por Petrie (1909-1910) e por Kemp (1976) nas suas pesquisas, mas ajudou sobretudo a clarificar a realidade política da dinastia saíta. Apriés foi o 4º faraó da XXVI dinastia (Época Baixa–Período Saíta), tendo governado o Egipto entre 589 e 570 a.C. O seu curto reinado, que tem expressão material no palácio erguido em Kôm Tumân, e nos múltiplos artefactos deixados no campo de mercenários anexo ao palácio e na zona de armazéns, a sul, marca o fim de uma política na história imperialista do Egipto e o início de uma nova rota que privilegia o Mediterrâneo. |
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| Autores principais: | Trindade Lopes, Maria Helena |
| Assunto: | Palácio de Apriés Mediterrâneo Período Saíta Kom Tuman Mênfis Archaeology |
| Ano: | 2017 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | documento de conferência |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade Nova de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório Institucional da UNL |
| Resumo: | O projecto arqueológico “Palácio de Apriés, Mênfis” desenvolvido por uma equipa portuguesa, em Kôm Tumân, confirmou algumas das hipóteses levantadas por Petrie (1909-1910) e por Kemp (1976) nas suas pesquisas, mas ajudou sobretudo a clarificar a realidade política da dinastia saíta. Apriés foi o 4º faraó da XXVI dinastia (Época Baixa–Período Saíta), tendo governado o Egipto entre 589 e 570 a.C. O seu curto reinado, que tem expressão material no palácio erguido em Kôm Tumân, e nos múltiplos artefactos deixados no campo de mercenários anexo ao palácio e na zona de armazéns, a sul, marca o fim de uma política na história imperialista do Egipto e o início de uma nova rota que privilegia o Mediterrâneo. |
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