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Influência da modificação do teste de sentar e alcançar sobre o indicador de flexibilidade em diferentes faixas etárias

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O objetivo do presente estudo foi comparar a influência do Teste de Sentar e Alcançar (TSA) modificado com e sem aquecimento sobre o score final obtido por diferentes faixas etárias de homens e mulheres fisicamente ativos. A amostra foi composta por 412 sujeitos, sendo 321 do gênero feminino (45 ± 14,09 anos; 66 ± 12,23Kg; 1,55 ± 0,05m) e 91 do gênero masculino (42 ± 15,75 anos; 74,6 ± 12,41Kg; 1,65 ± 0,07m). Todos os indivíduos realizaram o TSA modificado e convencional, com e sem aquecimento. O TSA modificado apresentou resultados significativos quando comparado à forma convencional, em ambos os gêneros avaliados (p = 0,0001). Em relação à condição para realizar o teste (com e sem aquecimento), o protocolo com aquecimento foi superior ao protocolo sem aquecimento, em ambos os gêneros, para o TSA modificado e convencional (p = 0,0001). Como conclusão, para avaliar a flexibilidade de membros inferiores, seria interessante utilizar um TSA adaptado, a fim de minimizar uma possível influência no score obtido no final do teste.
Autores principais:Bezerra,Ewertton de Souza
Outros Autores:Martins,Sandro Lemos; Leite,Thalita Batista; Paladino,Kayo Douglas Vieira; Rossato,Mateus; Simão,Roberto
Assunto:alongamento flexibilidade teste de sentar e alcançar
Ano:2015
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Fundação para a Ciência e Tecnologia
Idioma:português
Origem:SciELO Portugal
Descrição
Resumo:O objetivo do presente estudo foi comparar a influência do Teste de Sentar e Alcançar (TSA) modificado com e sem aquecimento sobre o score final obtido por diferentes faixas etárias de homens e mulheres fisicamente ativos. A amostra foi composta por 412 sujeitos, sendo 321 do gênero feminino (45 ± 14,09 anos; 66 ± 12,23Kg; 1,55 ± 0,05m) e 91 do gênero masculino (42 ± 15,75 anos; 74,6 ± 12,41Kg; 1,65 ± 0,07m). Todos os indivíduos realizaram o TSA modificado e convencional, com e sem aquecimento. O TSA modificado apresentou resultados significativos quando comparado à forma convencional, em ambos os gêneros avaliados (p = 0,0001). Em relação à condição para realizar o teste (com e sem aquecimento), o protocolo com aquecimento foi superior ao protocolo sem aquecimento, em ambos os gêneros, para o TSA modificado e convencional (p = 0,0001). Como conclusão, para avaliar a flexibilidade de membros inferiores, seria interessante utilizar um TSA adaptado, a fim de minimizar uma possível influência no score obtido no final do teste.