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Modelação computacional, ambientes interactivos e o ensino da Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Nas diversas áreas da Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática a construção de conhecimento envolve processos de investigação baseados em acções de modelação que equilibram elementos teóricos, experimentais e computacionais. Os correspondentes ambientes, currículos e recursos de aprendizagem devem por isso estruturar-se em torno de metodologias pedagógicas baseadas nos processos de investigação profissionais, definindo estratégias específicas para cada área que sejam capazes de ajudar a estabelecer caminhos de aprendizagem epistemologicamente equilibrados através das diferentes fases cognitivas associadas aos vários tipos de processos de modelação. Este equilíbrio epistemológico-cognitivo continua, no entanto, longe de ser uma realidade para a maioria dos cursos, em particular no que se refere à integração de temas computacionais. Neste artigo discutimos uma estratégia de solução para este problema que se baseia no desenvolvimento de actividades de aprendizagem interactivas que equilibram a inclusão de experiências de modelação computacional exploratórias e expressivas. Ilustramos com exemplos de Física criados no ambiente Modellus, que podem ser utilizados ao nível do Ensino Secundário e do Ensino Superior, quer nos programas curriculares dos estudantes quer em cursos de formação de professores. Apresentamos e discutimos também resultados da implementação desta estratégia em vários cursos universitários.
Autores principais:Neves,Rui Gomes
Outros Autores:Teodoro,Vítor Duarte
Assunto:Aprendizagem e ensino Ambientes interactivos Modelação computacional Física Matemática
Ano:2013
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Fundação para a Ciência e Tecnologia
Idioma:português
Origem:SciELO Portugal
Descrição
Resumo:Nas diversas áreas da Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática a construção de conhecimento envolve processos de investigação baseados em acções de modelação que equilibram elementos teóricos, experimentais e computacionais. Os correspondentes ambientes, currículos e recursos de aprendizagem devem por isso estruturar-se em torno de metodologias pedagógicas baseadas nos processos de investigação profissionais, definindo estratégias específicas para cada área que sejam capazes de ajudar a estabelecer caminhos de aprendizagem epistemologicamente equilibrados através das diferentes fases cognitivas associadas aos vários tipos de processos de modelação. Este equilíbrio epistemológico-cognitivo continua, no entanto, longe de ser uma realidade para a maioria dos cursos, em particular no que se refere à integração de temas computacionais. Neste artigo discutimos uma estratégia de solução para este problema que se baseia no desenvolvimento de actividades de aprendizagem interactivas que equilibram a inclusão de experiências de modelação computacional exploratórias e expressivas. Ilustramos com exemplos de Física criados no ambiente Modellus, que podem ser utilizados ao nível do Ensino Secundário e do Ensino Superior, quer nos programas curriculares dos estudantes quer em cursos de formação de professores. Apresentamos e discutimos também resultados da implementação desta estratégia em vários cursos universitários.