Publicação
Análise da paisagem e percepção pelos usuários do Parque da Gare, RS
| Resumo: | A qualidade da paisagem urbana é aferida por um arranjo de elementos de infra-estrutura, mas também pela percepção das pessoas frente as funções, dimensões e elementos que configuram o espaço. Neste estudo, a análise da percepção é aferida pela identificação dos elementos que são entendidos pelos usuários como significativos para a qualidade da paisagem do Parque da Gare (Passo Fundo - RS) e quais experiências são sentidas ao longo de percursos pré-definidos pelas autoras. Este percursos foram estruturados segundo as ferramentas sugeridas por Gehl e Svarre (2013), Lynch (2012) e Cullen (2006). Ao final dos percursos, entrevistas não estruturadas foram feitas a 45 voluntários. Os resultados apontaram preferências por áreas com predomínio natural (água e massa verde), sensação de segurança e elementos de identifição histórico-cultural, como os preferidos para uso. |
|---|---|
| Autores principais: | Camara,Inara |
| Outros Autores: | Moscarelli,Fernanda |
| Assunto: | Espaços públicos percepção paisagem paisagem urbana parques urbanos |
| Ano: | 2019 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Fundação para a Ciência e Tecnologia |
| Idioma: | português |
| Origem: | SciELO Portugal |
| Resumo: | A qualidade da paisagem urbana é aferida por um arranjo de elementos de infra-estrutura, mas também pela percepção das pessoas frente as funções, dimensões e elementos que configuram o espaço. Neste estudo, a análise da percepção é aferida pela identificação dos elementos que são entendidos pelos usuários como significativos para a qualidade da paisagem do Parque da Gare (Passo Fundo - RS) e quais experiências são sentidas ao longo de percursos pré-definidos pelas autoras. Este percursos foram estruturados segundo as ferramentas sugeridas por Gehl e Svarre (2013), Lynch (2012) e Cullen (2006). Ao final dos percursos, entrevistas não estruturadas foram feitas a 45 voluntários. Os resultados apontaram preferências por áreas com predomínio natural (água e massa verde), sensação de segurança e elementos de identifição histórico-cultural, como os preferidos para uso. |
|---|