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Proprietários florestais, gestão e territórios rurais

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Summary:A gestão da floresta privada não industrial tem merecido uma crescente atenção. A análise das práticas e objetivos dos proprietários tem remetido sobretudo para as características das suas florestas e do seu próprio perfil socioeconómico, excluindo o contexto territorial. O objetivo deste estudo consiste, precisamente, na análise das dimensões socioeconómicas daquele contexto, que concorrem para a diferenciação dos padrões de práticas de gestão dos proprietários florestais. Assim, com base na noção de incrustação social do comportamento económico, privilegia-se o contexto social local como escala de análise da gestão florestal. A informação usada compreende 2406 proprietários distribuídos por 26 territórios. O método utilizado é a análise discriminante canónica. Conclui-se pela importância de integrar a diversidade das dinâmicas sociais locais na análise da floresta.
Main Authors:Canadas,Maria João
Other Authors:Novais,Ana
Subject:proprietários florestais privados gestão económica da floresta modelos de trabalho rural
Year:2014
Country:Portugal
Document type:article
Access type:open access
Associated institution:Fundação para a Ciência e Tecnologia
Language:Portuguese
Origin:SciELO Portugal
Description
Summary:A gestão da floresta privada não industrial tem merecido uma crescente atenção. A análise das práticas e objetivos dos proprietários tem remetido sobretudo para as características das suas florestas e do seu próprio perfil socioeconómico, excluindo o contexto territorial. O objetivo deste estudo consiste, precisamente, na análise das dimensões socioeconómicas daquele contexto, que concorrem para a diferenciação dos padrões de práticas de gestão dos proprietários florestais. Assim, com base na noção de incrustação social do comportamento económico, privilegia-se o contexto social local como escala de análise da gestão florestal. A informação usada compreende 2406 proprietários distribuídos por 26 territórios. O método utilizado é a análise discriminante canónica. Conclui-se pela importância de integrar a diversidade das dinâmicas sociais locais na análise da floresta.