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Influência da atividade física nos sintomas depressivos de diabéticos e hipertensos

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Detalhes bibliográficos
Resumo:RESUMO A depressão é uma doença mental com uma elevada prevalência em doentes crónicos. Há evidências, na literatura, que a actividade física pode actuar como uma possível estratégia preventiva e terapêutica para os sintomas depressivos. O objectivo do nosso estudo foi investigar a relação existente entre actividade física e depressão num grupo de indivíduos com diabetes e hipertensão. Recolhemos uma amostra de 65 indivíduos, com idades compreendidas entre os 40 e os 94 anos, dos quais 41.5% são do sexo masculino. Os sintomas depressivos foram avaliados através do Patient Health Questionnaire-9. Não foi encontrada uma relação significativa entre actividade física e depressão. As mulheres apresentaram níveis depressivos mais elevados, cerca de duas vezes superiores aos homens. Verificámos, ainda, que quanto pior é a percepção de saúde maiores são os níveis de depressão.
Autores principais:I,Ana
Outros Autores:A,Fátima; S,Tatiana; Vasconcelos-Raposo,José
Assunto:actividade física depressão diabetes hipertensão
Ano:2019
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Fundação para a Ciência e Tecnologia
Idioma:português
Origem:SciELO Portugal
Descrição
Resumo:RESUMO A depressão é uma doença mental com uma elevada prevalência em doentes crónicos. Há evidências, na literatura, que a actividade física pode actuar como uma possível estratégia preventiva e terapêutica para os sintomas depressivos. O objectivo do nosso estudo foi investigar a relação existente entre actividade física e depressão num grupo de indivíduos com diabetes e hipertensão. Recolhemos uma amostra de 65 indivíduos, com idades compreendidas entre os 40 e os 94 anos, dos quais 41.5% são do sexo masculino. Os sintomas depressivos foram avaliados através do Patient Health Questionnaire-9. Não foi encontrada uma relação significativa entre actividade física e depressão. As mulheres apresentaram níveis depressivos mais elevados, cerca de duas vezes superiores aos homens. Verificámos, ainda, que quanto pior é a percepção de saúde maiores são os níveis de depressão.