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Clima motivacional em jogadores de uma equipa de andebol

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A orientação motivacional de um atleta visa a melhoria das suas capacidades (tarefa) e a obtenção de um bom resultado numa dada competição (ego). Desta forma, objetivou-se comparar andebolistas de um clube português de diferentes escalões competitivos, anos de prática da modalidade, tempo de presença no clube e posição competitiva ao nível das suas orientações motivacionais. A amostra contou com 57 atletas do sexo masculino nascidos entre 1977 e 1997. Foi utilizado o Questionário sobre a Orientação para a Tarefa e para o Ego no Desporto (TEOSQp) de Fernandes e Vasconcelos-Raposo (2010). Os resultados revelam que os andebolistas deste estudo têm uma forte orientação para a tarefa, apresentando uma média de 4.03 (± .37), superior à média da orientação para o ego (3.78 ± .49), o que vai de encontro aos valores obtidos noutros estudos que consolidaram a proposta teórica. Averiguou-se ainda que existem diferenças significativas entre os escalões na orientação para a tarefa e que os atletas sénior apresentam as médias mais altas na orientação para a tarefa e as mais baixas na orientação para o ego. Os anos de prática da modalidade, o tempo de presença no clube e a posição competitiva não parecem influenciar, significativamente, a orientação motivacional dos andebolistas.
Autores principais:Vasconcelos-Raposo,J.
Outros Autores:Moreira,J.M.; Teixeira,C.M.
Assunto:orientação para o ego tarefa andebol
Ano:2013
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Fundação para a Ciência e Tecnologia
Idioma:português
Origem:SciELO Portugal
Descrição
Resumo:A orientação motivacional de um atleta visa a melhoria das suas capacidades (tarefa) e a obtenção de um bom resultado numa dada competição (ego). Desta forma, objetivou-se comparar andebolistas de um clube português de diferentes escalões competitivos, anos de prática da modalidade, tempo de presença no clube e posição competitiva ao nível das suas orientações motivacionais. A amostra contou com 57 atletas do sexo masculino nascidos entre 1977 e 1997. Foi utilizado o Questionário sobre a Orientação para a Tarefa e para o Ego no Desporto (TEOSQp) de Fernandes e Vasconcelos-Raposo (2010). Os resultados revelam que os andebolistas deste estudo têm uma forte orientação para a tarefa, apresentando uma média de 4.03 (± .37), superior à média da orientação para o ego (3.78 ± .49), o que vai de encontro aos valores obtidos noutros estudos que consolidaram a proposta teórica. Averiguou-se ainda que existem diferenças significativas entre os escalões na orientação para a tarefa e que os atletas sénior apresentam as médias mais altas na orientação para a tarefa e as mais baixas na orientação para o ego. Os anos de prática da modalidade, o tempo de presença no clube e a posição competitiva não parecem influenciar, significativamente, a orientação motivacional dos andebolistas.