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Sobre a saúde dos trabalhadores agrícolas expostos aos pesticidas: abordagens das ciências humanas e sociais

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Resumo Este artigo propõe uma análise de três obras de ciências humanas e sociais publicadas em francês, no primeiro trimestre de 2024, sobre a saúde dos trabalhadores agrícolas expostos a pesticidas. Este corpus oferece um panorama interdisciplinar (em ergonomia, sociologia, antropologia, geografia, direito, economia, medicina do trabalho e história da saúde) que permite apreender a problemática da exposição aos pesticidas como um problema maior de saúde no trabalho face a uma construção social da ignorância, analisada por estas múltiplas abordagens. A dimensão multiescalar do corpus abre caminho a uma crítica social das desigualdades de saúde vividas por esses trabalhadores agrícolas, a uma compreensão das relações sociais em que se encontram e também à transformação das situações de trabalho nocivas a que estão expostos, graças a abordagens interdisciplinares renovadas, tal como a proposta pela ergotoxicologia.
Autores principais:Prévot-Carpentier,Muriel
Assunto:saúde agricultura exposição pesticidas trabalho real
Ano:2024
País:Portugal
Tipo de documento:outro
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Fundação para a Ciência e Tecnologia
Idioma:português
Origem:SciELO Portugal
Descrição
Resumo:Resumo Este artigo propõe uma análise de três obras de ciências humanas e sociais publicadas em francês, no primeiro trimestre de 2024, sobre a saúde dos trabalhadores agrícolas expostos a pesticidas. Este corpus oferece um panorama interdisciplinar (em ergonomia, sociologia, antropologia, geografia, direito, economia, medicina do trabalho e história da saúde) que permite apreender a problemática da exposição aos pesticidas como um problema maior de saúde no trabalho face a uma construção social da ignorância, analisada por estas múltiplas abordagens. A dimensão multiescalar do corpus abre caminho a uma crítica social das desigualdades de saúde vividas por esses trabalhadores agrícolas, a uma compreensão das relações sociais em que se encontram e também à transformação das situações de trabalho nocivas a que estão expostos, graças a abordagens interdisciplinares renovadas, tal como a proposta pela ergotoxicologia.