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A atividade dos formadores no reconhecimento e validação de adquiridos: a evolução de um instrumento a partir da atividade

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Procurou-se através desta pesquisa aumentar o conhecimento acerca da atividade dos formadores numa tipologia formativa particular, o Reconhecimento e a Validação de Adquiridos. O referencial de competências-chave emergiu enquanto principal instrumento da atividade destes formadores, mediando a sua ação em relação ao objeto, o reconhecimento e a validação dos saberes previamente adquiridos pelos formandos. Através da análise da atividade e de entrevistas coletivas a formadores, procurou-se conhecer, a natureza dos instrumentos mobilizados na atividade e o seu processo de atualização no uso. A análise dos dados demonstrou que os instrumentos evoluem através da atividade, traduzindo-se na sua contínua reconceção, através das géneses instrumentais. Compreendeu-se, ainda, que a larga margem de manobra concedida a estes formadores para fazerem evoluir os instrumentos é, em simultâneo, fonte de satisfação, pelo espaço que confere à inventividade do formador, mas também causa de desconforto, pela ausência de validação dessa evolução pelo coletivo de trabalho
Autores principais:Fernandes,Joana
Outros Autores:Santos,Marta
Assunto:Atividade de formador instrumento géneses instrumentais reconhecimento e validação de adquiridos
Ano:2014
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Fundação para a Ciência e Tecnologia
Idioma:português
Origem:SciELO Portugal
Descrição
Resumo:Procurou-se através desta pesquisa aumentar o conhecimento acerca da atividade dos formadores numa tipologia formativa particular, o Reconhecimento e a Validação de Adquiridos. O referencial de competências-chave emergiu enquanto principal instrumento da atividade destes formadores, mediando a sua ação em relação ao objeto, o reconhecimento e a validação dos saberes previamente adquiridos pelos formandos. Através da análise da atividade e de entrevistas coletivas a formadores, procurou-se conhecer, a natureza dos instrumentos mobilizados na atividade e o seu processo de atualização no uso. A análise dos dados demonstrou que os instrumentos evoluem através da atividade, traduzindo-se na sua contínua reconceção, através das géneses instrumentais. Compreendeu-se, ainda, que a larga margem de manobra concedida a estes formadores para fazerem evoluir os instrumentos é, em simultâneo, fonte de satisfação, pelo espaço que confere à inventividade do formador, mas também causa de desconforto, pela ausência de validação dessa evolução pelo coletivo de trabalho