Publicação
Autoavaliação negativa de saúde, atividade física e o tempo sentado em adolescentes brasileiros: efeitos moderadores de aspectos sociodemográficos e comportamentais
| Resumo: | RESUMO A atividade física insuficiente e o comportamento sedentário podem repercutir nos níveis de saúde percebidos, que representa um importante marcador da ocorrência de morbidades e mortalidade precoce. Objetivou-se estimar a prevalência e as associações diretas, bem como a consideração de possíveis efeitos moderadores das características sociodemográficas e comportamentais, entre atividade física e tempo sentado com a autoavaliação negativa de saúde, de acordo com o gênero, em adolescentes brasileiros. Este é um estudo transversal com dados da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE) de 2019. O desfecho foi a autoavaliação negativa de saúde. As variáveis independentes foram a atividade física e o tempo sentado. A medida de associação empregada foram as Razões de Prevalências (RP), complementadas pelos valores de intervalo de confiança a 95% (IC95%). As prevalências de autoavaliação negativa da saúde foram de 2,8 (IC95% 2,4-3,3) e 5,8% (IC95% 5,1-6,5) entre rapazes e moças, respectivamente. As prevalências de autoavaliação negativa de saúde nas adolescentes brasileiras foram 1,5 vezes maiores para aquelas com elevado tempo sentado. Adolescentes do sexo masculino mais jovens com tempo sentado ≥ 3 horas/dia, apresentaram prevalências 2,64 (IC95% 1,38-5,05) vezes maiores de autoavaliação negativa de saúde. Conclui-se que moças foram mais propensas a autoavaliação negativa de saúde. Nos rapazes, a idade influenciou a associação do comportamento sedentário com o nível de saúde percebida. |
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| Autores principais: | Sousa,Thiago Ferreira de |
| Outros Autores: | Silva,Emanuele dos Santos; Pereira,Karine Moraes; Fonseca,Sandra Celina Fernandes; Fonseca,Silvio Aparecido |
| Assunto: | atividade física comportamento do adolescente estudos transversais saúde |
| Ano: | 2025 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Fundação para a Ciência e Tecnologia |
| Idioma: | português |
| Origem: | SciELO Portugal |
| Resumo: | RESUMO A atividade física insuficiente e o comportamento sedentário podem repercutir nos níveis de saúde percebidos, que representa um importante marcador da ocorrência de morbidades e mortalidade precoce. Objetivou-se estimar a prevalência e as associações diretas, bem como a consideração de possíveis efeitos moderadores das características sociodemográficas e comportamentais, entre atividade física e tempo sentado com a autoavaliação negativa de saúde, de acordo com o gênero, em adolescentes brasileiros. Este é um estudo transversal com dados da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE) de 2019. O desfecho foi a autoavaliação negativa de saúde. As variáveis independentes foram a atividade física e o tempo sentado. A medida de associação empregada foram as Razões de Prevalências (RP), complementadas pelos valores de intervalo de confiança a 95% (IC95%). As prevalências de autoavaliação negativa da saúde foram de 2,8 (IC95% 2,4-3,3) e 5,8% (IC95% 5,1-6,5) entre rapazes e moças, respectivamente. As prevalências de autoavaliação negativa de saúde nas adolescentes brasileiras foram 1,5 vezes maiores para aquelas com elevado tempo sentado. Adolescentes do sexo masculino mais jovens com tempo sentado ≥ 3 horas/dia, apresentaram prevalências 2,64 (IC95% 1,38-5,05) vezes maiores de autoavaliação negativa de saúde. Conclui-se que moças foram mais propensas a autoavaliação negativa de saúde. Nos rapazes, a idade influenciou a associação do comportamento sedentário com o nível de saúde percebida. |
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