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Coisas engalanadas, pessoas e processos turísticos: uma revisitação etnográfica de Flor da Rosa (Sul de Portugal)

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Resumo Este texto explora dimensões visíveis do turístico na contemporaneidade do Sul de Portugal. Em concreto, usa-se a revisitação etnográfica para compreender processos de continuidade sociocultural e de mudança no espaço residencial de uma freguesia rural do Alentejo, Flor da Rosa, que nas últimas décadas tem vindo a ser apropriada pelo processo turístico. Partindo de etnografia realizada nesta localidade num intervalo temporal de duas décadas (1998-1999 e 2017-2018), demonstra-se como diferentes categorias de pessoas se apropriam processualmente dos espaços públicos da freguesia, assim como (re)desenham dimensões alternativas de desafios do turístico nas suas subjetividades contemporâneas. Metodologicamente, a investigação é ancorada em: (1) observação participante, entrevistas exploratórias e pesquisa documental; (2) como ferramenta interpretativa adicional, salienta-se ainda o uso do desenho.
Autores principais:Pires,Ema
Outros Autores:Salgueiro,Mafalda
Assunto:turismo património edificado poder Alentejo revisita etnográfica
Ano:2021
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Fundação para a Ciência e Tecnologia
Idioma:português
Origem:SciELO Portugal
Descrição
Resumo:Resumo Este texto explora dimensões visíveis do turístico na contemporaneidade do Sul de Portugal. Em concreto, usa-se a revisitação etnográfica para compreender processos de continuidade sociocultural e de mudança no espaço residencial de uma freguesia rural do Alentejo, Flor da Rosa, que nas últimas décadas tem vindo a ser apropriada pelo processo turístico. Partindo de etnografia realizada nesta localidade num intervalo temporal de duas décadas (1998-1999 e 2017-2018), demonstra-se como diferentes categorias de pessoas se apropriam processualmente dos espaços públicos da freguesia, assim como (re)desenham dimensões alternativas de desafios do turístico nas suas subjetividades contemporâneas. Metodologicamente, a investigação é ancorada em: (1) observação participante, entrevistas exploratórias e pesquisa documental; (2) como ferramenta interpretativa adicional, salienta-se ainda o uso do desenho.