Publicação
Comportamento parental face à cardiopatia congénita
| Resumo: | O objectivo deste estudo é compreender o comportamento parental face à cardiopatia congénita. Os participantes deste estudo são 14 mães e 2 pais (em duas entrevistas estavam presentes pai e mãe) de crianças com diagnóstico de cardiopatia congénita, com idades compreendidas entre os 21 dias e os 13 anos. Baseado no método Grounded Theory, analisaram-se catorze entrevistas semi-estruturadas, sendo cinco entrevistas pertencentes a um estudo anterior (Barroca, 2003). Desde que é comunicado o diagnóstico de cardiopatia congénita num filho, a vida destes pais e de quem os rodeia, altera-se, tornando-se a sua preocupação principal o medo da morte da criança pela incerteza do diagnóstico. Uma vez que a intervenção cirúrgica é incidente neste estudo, a possibilidade de persistência de sintomas ou a necessidade de nova intervenção cirúrgica, promove um sentimento de ameaça à confiança parental, que conduz a uma parentalidade suspensa, centrada na doença da criança. |
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| Autores principais: | Simões,Sandra |
| Outros Autores: | Pires,António; Barroca,Ana |
| Assunto: | Cardiopatia congénita Comportamento parental Doença crónica Grounded theory |
| Ano: | 2010 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Fundação para a Ciência e Tecnologia |
| Idioma: | português |
| Origem: | SciELO Portugal |
| Resumo: | O objectivo deste estudo é compreender o comportamento parental face à cardiopatia congénita. Os participantes deste estudo são 14 mães e 2 pais (em duas entrevistas estavam presentes pai e mãe) de crianças com diagnóstico de cardiopatia congénita, com idades compreendidas entre os 21 dias e os 13 anos. Baseado no método Grounded Theory, analisaram-se catorze entrevistas semi-estruturadas, sendo cinco entrevistas pertencentes a um estudo anterior (Barroca, 2003). Desde que é comunicado o diagnóstico de cardiopatia congénita num filho, a vida destes pais e de quem os rodeia, altera-se, tornando-se a sua preocupação principal o medo da morte da criança pela incerteza do diagnóstico. Uma vez que a intervenção cirúrgica é incidente neste estudo, a possibilidade de persistência de sintomas ou a necessidade de nova intervenção cirúrgica, promove um sentimento de ameaça à confiança parental, que conduz a uma parentalidade suspensa, centrada na doença da criança. |
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