Publicação
Conveniências contingenciais: a antecipação como prática temporal dos inspetores do SEF na fronteira aeroportuária portuguesa
| Resumo: | Resumo Este artigo surge no seguimento do trabalho etnográfico realizado num aeroporto em Portugal, onde de junho de 2021 a abril de 2022 acompanhei nos vários grupos e turnos o quotidiano dos inspetores do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF). A intenção está em analisar, através da lente da temporalidade, como a antecipação pode ser duplamente entendida como uma prática temporal aquando da gestão dos passageiros: por um lado, é produzida através de conveniências contigenciais de ordem logística, organizacional e pessoal, e por outro produz diferentes velocidades de acesso ao território nacional (TN). No decurso da mobilização destas duas dimensões temporais os inspetores reorganizam quadros espaciais e situacionais, complicando ideias de ação e não ação aquando do seu encontro com os sujeitos em mobilidade. |
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| Autores principais: | Carapeto,Mafalda |
| Assunto: | Estado fronteira externa SEF temporalidades da migração antecipação |
| Ano: | 2024 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Fundação para a Ciência e Tecnologia |
| Idioma: | português |
| Origem: | SciELO Portugal |
| Resumo: | Resumo Este artigo surge no seguimento do trabalho etnográfico realizado num aeroporto em Portugal, onde de junho de 2021 a abril de 2022 acompanhei nos vários grupos e turnos o quotidiano dos inspetores do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF). A intenção está em analisar, através da lente da temporalidade, como a antecipação pode ser duplamente entendida como uma prática temporal aquando da gestão dos passageiros: por um lado, é produzida através de conveniências contigenciais de ordem logística, organizacional e pessoal, e por outro produz diferentes velocidades de acesso ao território nacional (TN). No decurso da mobilização destas duas dimensões temporais os inspetores reorganizam quadros espaciais e situacionais, complicando ideias de ação e não ação aquando do seu encontro com os sujeitos em mobilidade. |
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