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Psicoterapia cognitivo-comportamental nas fases iniciais da psicose: estado da arte

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Resumo:Resumo A psicoterapia cognitivo-comportamental, aplicada ao tratamento da psicose, é atualmente uma intervenção estabelecida e reconhecida por várias normas de orientação. A sua eficácia nas fases iniciais da psicose é ainda pouco conhecida. É objetivo deste manuscrito identificar as intervenções cognitivo-comportamentais existentes direcionadas especificamente para as fases iniciais da psicose e discutir a magnitude do seu efeito. Foram identificadas várias intervenções nas fases iniciais da psicose, nomeadamente intervenções individuais e intervenções de grupo, intervenções autónomas e intervenções inseridas em protocolos multidisciplinares, intervenções baseadas em abordagens mais convencionais e intervenções cognitivo-comportamentais de 3ª geração. Foram ainda identificadas intervenções generalistas e outras específicas para alguns domínios sintomáticos. Finalmente, foram também identificadas intervenções com recurso à utilização das novas tecnologias. A psicoterapia cognitivo-comportamental apresenta eficácia nas fases iniciais da psicose, seja na melhoria do controlo sintomático, seja na melhoria funcional destes doentes. No entanto, a magnitude e a duração do seu efeito permanecem ainda por esclarecer.
Autores principais:Pestana,Pedro Câmara
Outros Autores:Coentre,Ricardo; Fonseca,Alexandra; Pombo,Samuel
Assunto:Psicoterapia cognitivo-comportamental Primeiro episódio psicótico Ultra-high-risk state
Ano:2022
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Fundação para a Ciência e Tecnologia
Idioma:português
Origem:SciELO Portugal

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