Publicação
Os propagandistas do ódio: o Bolsonarismo-raiz em ação
| Resumo: | Resumo Este artigo visa elucidar os significados e os padrões recorrentes da agitação bolsonaristaraiz ao longo das eleições gerais de 2018, assim como os afetos políticos mobilizados na sua vitoriosa propaganda política. Empreendeu-se ao levantamento das postagens emitidas por 31 dos principais formadores de opinião e influenciadores digitais bolsonaristas nas suas páginas oficiais do Facebook e nos seus canais de YouTube, durante o período autorizado para propaganda eleitoral. O inventário das ideias-força, que se repetiram e sustentaram os seus discursos políticos no decurso de tempo em foco, configurou os seguintes campos semânticos: o antipetismo, o conservadorismo moral, a exaltação do líder, o punitivismo e o neoliberalismo. A propaganda eleitoral bolsonarista-raiz, enquanto técnica de psicologia de massas, avivou afetos centrais para a mobilização política - o ódio, o medo, o ressentimento e a idolatria -, os quais foram intensamente explorados pelos seus agitadores como resultado da combinação entre meios racionais e fins irracionais. |
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| Autores principais: | Messenberg,Débora |
| Outros Autores: | Camargos,Bruno |
| Assunto: | Bolsonarismo-raiz propaganda eleitoral agitadores afetos políticos |
| Ano: | 2024 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Fundação para a Ciência e Tecnologia |
| Idioma: | português |
| Origem: | SciELO Portugal |
| Resumo: | Resumo Este artigo visa elucidar os significados e os padrões recorrentes da agitação bolsonaristaraiz ao longo das eleições gerais de 2018, assim como os afetos políticos mobilizados na sua vitoriosa propaganda política. Empreendeu-se ao levantamento das postagens emitidas por 31 dos principais formadores de opinião e influenciadores digitais bolsonaristas nas suas páginas oficiais do Facebook e nos seus canais de YouTube, durante o período autorizado para propaganda eleitoral. O inventário das ideias-força, que se repetiram e sustentaram os seus discursos políticos no decurso de tempo em foco, configurou os seguintes campos semânticos: o antipetismo, o conservadorismo moral, a exaltação do líder, o punitivismo e o neoliberalismo. A propaganda eleitoral bolsonarista-raiz, enquanto técnica de psicologia de massas, avivou afetos centrais para a mobilização política - o ódio, o medo, o ressentimento e a idolatria -, os quais foram intensamente explorados pelos seus agitadores como resultado da combinação entre meios racionais e fins irracionais. |
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