Publicação
Muros do Mediterrâneo: Notas sobre a construção de barreiras nas fronteiras de Ceuta e Melilla
| Resumo: | Muitos casos materiais que configuram as fronteiras entre a União Europeia e a Áfricamerecem ser analisados. Apresentarei algumas considerações teóricas sobre as cercas queestão sendo construídas nos limites territoriais dos enclaves de Ceuta e Melilla, separandoo continente europeu do território marroquino, e consequentemente, africano. Barreirasque delimitam a separação entre Estados-nação têm vindo a multiplicar-se em todos oscontinentes. Apesar da crescente liberalização do comércio e do incremento de discursospolíticos que incentivam a liberdade de circulação, os países desenvolvidos também participam neste movimento de proliferação de barreiras que filtram o movimento de actoressociais. Encaixo a construção de barreiras nestes enclaves na constelação de aparelhos desegurança que caracterizam a nossa modernidade tardia¹. |
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| Autores principais: | Figueiredo,Patrick |
| Assunto: | fronteiras muros imigração Europa estigma |
| Ano: | 2011 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Fundação para a Ciência e Tecnologia |
| Idioma: | português |
| Origem: | SciELO Portugal |
| Resumo: | Muitos casos materiais que configuram as fronteiras entre a União Europeia e a Áfricamerecem ser analisados. Apresentarei algumas considerações teóricas sobre as cercas queestão sendo construídas nos limites territoriais dos enclaves de Ceuta e Melilla, separandoo continente europeu do território marroquino, e consequentemente, africano. Barreirasque delimitam a separação entre Estados-nação têm vindo a multiplicar-se em todos oscontinentes. Apesar da crescente liberalização do comércio e do incremento de discursospolíticos que incentivam a liberdade de circulação, os países desenvolvidos também participam neste movimento de proliferação de barreiras que filtram o movimento de actoressociais. Encaixo a construção de barreiras nestes enclaves na constelação de aparelhos desegurança que caracterizam a nossa modernidade tardia¹. |
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