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Desenvolvimento de competências no pré-escolar: A importância das práticas de escrita inventada

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Este estudo pretende compreender a importância das práticas de escrita inventada no pré-escolar, analisando os efeitos de dois programas de escrita inventada e as correlações entre consciência fonológica e conhecimento das letras e os procedimentos de fonetização. Os 56 participantes foram divididos em dois grupos experimentais e um grupo de controlo. As escritas das crianças foram avaliadas nos pré e pós-testes. Entre ambos, G1 trabalhou as correspondências grafo-fonológicas de fricativas e G2 de oclusivas. Os resultados mostram que os participantes de ambos os grupos experimentais progrediram mais do que os do grupo de controlo, sem diferenças significativas entre os grupos experimentais. Nestes grupos, os participantes fonetizaram correctamente os fonemas trabalhados e também fonemas não trabalhados. Os resultados indicaram ainda que o número de letras conhecidas no pré-teste tem uma correlação significativa com o número de fonetizações no pós-teste, não se verificando o mesmo para a consciência fonológica.
Autores principais:Horta,Inês de Vasconcelos
Outros Autores:Martins,Margarida Alves
Assunto:Programas de escrita inventada Procedimentos de fonetização Conhecimento das letras Consciência fonológica
Ano:2014
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Fundação para a Ciência e Tecnologia
Idioma:português
Origem:SciELO Portugal
Descrição
Resumo:Este estudo pretende compreender a importância das práticas de escrita inventada no pré-escolar, analisando os efeitos de dois programas de escrita inventada e as correlações entre consciência fonológica e conhecimento das letras e os procedimentos de fonetização. Os 56 participantes foram divididos em dois grupos experimentais e um grupo de controlo. As escritas das crianças foram avaliadas nos pré e pós-testes. Entre ambos, G1 trabalhou as correspondências grafo-fonológicas de fricativas e G2 de oclusivas. Os resultados mostram que os participantes de ambos os grupos experimentais progrediram mais do que os do grupo de controlo, sem diferenças significativas entre os grupos experimentais. Nestes grupos, os participantes fonetizaram correctamente os fonemas trabalhados e também fonemas não trabalhados. Os resultados indicaram ainda que o número de letras conhecidas no pré-teste tem uma correlação significativa com o número de fonetizações no pós-teste, não se verificando o mesmo para a consciência fonológica.