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Em busca da igualdade: percepção de justiça e divisão do trabalho doméstico – mudanças e continuidades
| Summary: | Tendo por objetivo identificar eventuais mudanças no tempo dedicado ao trabalho doméstico por homens e mulheres, no período de 12 anos, este artigo analisa as horas gastas por homens e mulheres no trabalho doméstico e a sua perceção da justiça dessa distribuição, através da comparação dos dados obtidos nos inquéritos do ISSP (International Social Survey Programme) sobre família e género de 2002 e 2012 (2014 em Portugal). Esta análise é precedida por uma revisão da investigação recente, em Portugal, integrando a divisão do trabalho doméstico nas várias dimensões que estruturam as relações de género, de modo a contribuir para um diagnóstico da extensão e qualidade da igualdade de género. Concluímos que, apesar das grandes transformações sociais das últimas décadas, a persistência de uma ideologia de género tradicional impõe limites à modernização da sociedade portuguesa. |
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| Main Authors: | Amâncio, Lígia |
| Other Authors: | Correia, Rita B. |
| Subject: | Articles |
| Year: | 2018 |
| Country: | Portugal |
| Document type: | article |
| Access type: | open access |
| Associated institution: | ISCTE-IUL |
| Language: | Portuguese |
| Origin: | Sociologia, Problemas e Práticas |
| Summary: | Tendo por objetivo identificar eventuais mudanças no tempo dedicado ao trabalho doméstico por homens e mulheres, no período de 12 anos, este artigo analisa as horas gastas por homens e mulheres no trabalho doméstico e a sua perceção da justiça dessa distribuição, através da comparação dos dados obtidos nos inquéritos do ISSP (International Social Survey Programme) sobre família e género de 2002 e 2012 (2014 em Portugal). Esta análise é precedida por uma revisão da investigação recente, em Portugal, integrando a divisão do trabalho doméstico nas várias dimensões que estruturam as relações de género, de modo a contribuir para um diagnóstico da extensão e qualidade da igualdade de género. Concluímos que, apesar das grandes transformações sociais das últimas décadas, a persistência de uma ideologia de género tradicional impõe limites à modernização da sociedade portuguesa. |
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