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Breve caracterização da flora vascular picoense

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Uma breve caracterização da flora vascular da ilha do Pico é feita a partir da análise do seu catálogo de plantas vasculares (Pereira et al., 2006). A flora vascular Picoense fora de cultivo compreende no momento 642 unidades taxonómicas diferentes (taxa) representadas por 634 espécies, 375 géneros e 118 famílias. O número de taxa introduzidos representa 70,5% do total dos taxa presentes, enquanto a percentagem de taxa nativos se cifra apenas pelos 26,0%. No entanto 43,1% dos taxa nativos que ocorrem no Pico são endémicos dos Açores ou da Macaronésia. A distribuição das espécies nos grandes grupos taxonómicos (Pteridophyta, Gymnospermae, Dicotyledoneae e Monocotyledoneae) difere com significado estatístico entre as espécies nativas e introduzidas. A contribuição das espécies introduzidas é maior a nível das dicotiledóneas e menor a nível dos pteridófitos quando comparada com a distribuição das espécies nativas.
Autores principais:Pereira, Maria João
Outros Autores:Furtado, Duarte; Gomes, Sandra; Medeiros, Carlos; Câmara, Helena; Ogonovsky, Mathias; Arruda, Rafael; Cordeiro, Adriano; Telhado, Elisa; Coelho, David
Assunto:Flora Vascular Unidades Taxonómicas Ilha do Pico (Açores)
Ano:2006
País:Portugal
Tipo de documento:relatório
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade dos Açores
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade dos Açores
Descrição
Resumo:Uma breve caracterização da flora vascular da ilha do Pico é feita a partir da análise do seu catálogo de plantas vasculares (Pereira et al., 2006). A flora vascular Picoense fora de cultivo compreende no momento 642 unidades taxonómicas diferentes (taxa) representadas por 634 espécies, 375 géneros e 118 famílias. O número de taxa introduzidos representa 70,5% do total dos taxa presentes, enquanto a percentagem de taxa nativos se cifra apenas pelos 26,0%. No entanto 43,1% dos taxa nativos que ocorrem no Pico são endémicos dos Açores ou da Macaronésia. A distribuição das espécies nos grandes grupos taxonómicos (Pteridophyta, Gymnospermae, Dicotyledoneae e Monocotyledoneae) difere com significado estatístico entre as espécies nativas e introduzidas. A contribuição das espécies introduzidas é maior a nível das dicotiledóneas e menor a nível dos pteridófitos quando comparada com a distribuição das espécies nativas.