Publicação
Contributos para a identificação da procura social das paisagens do Alentejo
| Resumo: | O projecto ROSA decorreu entre Junho/2009 e Ju- nho/2011, executado por uma equipa do Instituto de Ciências Agrárias e Ambientais Mediterrânicas (ICAAM), da Universidade de Évora, em parceria coma CCDRA e a DRAPAL. O projecto teve como objectivo avaliar a procura social da paisagem na região do Alentejo, através das preferências expressas por vários grupos de utilizadores: caçadores, turistas (incluindo praticantes e turismo mais convencional e eco-turistas), produtores agrícolas, habitantes (incluindo os que sempre aqui viveram e neo-rurais), e visitantes regulares (por laços familiares, razões profissionais ou por aqui possuírem segunda residência). Pretendia-se relacionar esta distri- buição das preferências com a paisagem e as suas trans- formações, tais como resultam das actividades de uso do solo, agrícola e florestal. Para avaliar as preferências foi usado como estímulo visual um conjunto de fotografias dos diferentes tipos de ocupação do solo que ocorrem no Alentejo, e correspondentes às classes consideradas nas estatísticas e na cartografia de ocupação do solo. |
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| Autores principais: | Pinto-Correia, Teresa |
| Outros Autores: | Carvalho-Ribeiro, Sónia; Menezes, Helena; Barroso, Filipe; Surová, Diana; Ramos, Isabel Joaquina |
| Assunto: | Preferências paisagem Funções amenidade Utilizadores da paisagem Região Alentejo |
| Ano: | 2013 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Évora |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório Científico da Universidade de Évora |
| Resumo: | O projecto ROSA decorreu entre Junho/2009 e Ju- nho/2011, executado por uma equipa do Instituto de Ciências Agrárias e Ambientais Mediterrânicas (ICAAM), da Universidade de Évora, em parceria coma CCDRA e a DRAPAL. O projecto teve como objectivo avaliar a procura social da paisagem na região do Alentejo, através das preferências expressas por vários grupos de utilizadores: caçadores, turistas (incluindo praticantes e turismo mais convencional e eco-turistas), produtores agrícolas, habitantes (incluindo os que sempre aqui viveram e neo-rurais), e visitantes regulares (por laços familiares, razões profissionais ou por aqui possuírem segunda residência). Pretendia-se relacionar esta distri- buição das preferências com a paisagem e as suas trans- formações, tais como resultam das actividades de uso do solo, agrícola e florestal. Para avaliar as preferências foi usado como estímulo visual um conjunto de fotografias dos diferentes tipos de ocupação do solo que ocorrem no Alentejo, e correspondentes às classes consideradas nas estatísticas e na cartografia de ocupação do solo. |
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