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Controlo de infestantes monocotiledóneas em pós-emergência na cultura do trigo em sementeira directa. Ensaio Topik

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Detalhes bibliográficos
Resumo:No ano agrícola de 2004/2005, realizou-se um ensaio cujo objectivo foi estudar o efeito de doses inferiores às recomendadas de clodinafope + cloquintocete (Topik) no controlo de infestantes monocotiledóneas em pós-emergência e, na produção de trigo de Inverno em sementeira directa. Na área de ensaio onde se aplicaram os herbicidas, predominavam claramente as monocotiledóneas Lolium rigidum G. (Azevém anual) e a Avena sterilis L. Outra monocotiledónea que estava presente mas que não foi contabilizada, era o Bromus diandrus R. As dicotiledóneas mais representativas eram as seguintes: Chrysanthemum segetum L. (pampilho-das-searas); Echium plantagineum L. (soagem); Polygonum aviculare L. (sempre – noiva); Raphanus raphanistrum L. (Saramago); Rumex conglomeratus M. (labaça-ordinária); Chamaemelum mixtum L. (margaça); Silene nocturna L. (cabacinha); Calendula arvensis L. (erva-vaqueira) e Stellaria media L. (morugem-branca). Paralelamente, realizou-se outro ensaio onde se estudou o efeito de diversos tratamentos, no controlo das monocotiledóneas. Os ensaios realizaram-se numa herdade privada do Concelho de Évora (Herdade do Louseiro), que dista aproximadamente 10 km desta cidade.
Autores principais:Barros, José
Outros Autores:Fernandes, João
Assunto:Trigo, controlo de infestantes, herbicida Topik, sementeira directa
Ano:2010
País:Portugal
Tipo de documento:relatório
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Évora
Idioma:inglês
Origem:Repositório Científico da Universidade de Évora
Descrição
Resumo:No ano agrícola de 2004/2005, realizou-se um ensaio cujo objectivo foi estudar o efeito de doses inferiores às recomendadas de clodinafope + cloquintocete (Topik) no controlo de infestantes monocotiledóneas em pós-emergência e, na produção de trigo de Inverno em sementeira directa. Na área de ensaio onde se aplicaram os herbicidas, predominavam claramente as monocotiledóneas Lolium rigidum G. (Azevém anual) e a Avena sterilis L. Outra monocotiledónea que estava presente mas que não foi contabilizada, era o Bromus diandrus R. As dicotiledóneas mais representativas eram as seguintes: Chrysanthemum segetum L. (pampilho-das-searas); Echium plantagineum L. (soagem); Polygonum aviculare L. (sempre – noiva); Raphanus raphanistrum L. (Saramago); Rumex conglomeratus M. (labaça-ordinária); Chamaemelum mixtum L. (margaça); Silene nocturna L. (cabacinha); Calendula arvensis L. (erva-vaqueira) e Stellaria media L. (morugem-branca). Paralelamente, realizou-se outro ensaio onde se estudou o efeito de diversos tratamentos, no controlo das monocotiledóneas. Os ensaios realizaram-se numa herdade privada do Concelho de Évora (Herdade do Louseiro), que dista aproximadamente 10 km desta cidade.