Publicação
Pandemia e pós-pandemia: estudo sobre a influência da crise económica e do desemprego na violência doméstica
| Resumo: | O presente estudo tem como principal objetivo compreender de que modo a crise económica e o desemprego podem ter influência no número de casos de violência doméstica. Apesar da pandemia e tudo o que está consigo relacionada ainda estar presente nos dias de hoje, compreende-se que, atualmente, a vida e as rotinas já voltaram, praticamente, ao normal e, por esse motivo, faz sentido falar, tanto de um período de COVID-19 como de um período já considerado “pós-pandemia”. No entanto, é fundamental compreender os fatores de risco que levam aos episódios de violência doméstica, de forma a intervir nos mesmos. Com a pandemia, muitos foram os que perderam os seus empregos e, de acordo com a literatura analisada, este parece ser um dos fatores que mais tem dado origem a episódios de violência doméstica. Com a pandemia, as pessoas passaram mais tempo juntas e fechadas em casa o que, em muitos dos casos, pode explicar a existência de violência em contexto doméstico. Num período de pós-pandemia, compreende-se que o atual conflito armado existente entre a Ucrânia e a Rússia impacta, de diferentes formas, a vida individual e em sociedade. O aumento da inflação e o desemprego é um dos fatores motivadores da crise económica que se está a viver, podendo estar na origem do aumento da violência doméstica. Com o presente estudo foi possível concluir que, segundo os profissionais inquiridos, a violência doméstica aumentou durante a pandemia do COVID-19, tendo-se mantido num período de pós-pandemia. As dificuldades económicas/financeiras tendem a ser um dos principais fatores desencadeadores dos episódios de violência no contexto doméstico. |
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| Autores principais: | Gonçalves, Bruna Isabel Araújo |
| Assunto: | Violência doméstica Pandemia Pós-pandemia Crise económica Desemprego Domestic violence Pandemic Post-pandemic Economic crisis Unemployment |
| Ano: | 2024 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso restrito |
| Instituição associada: | Universidade Fernando Pessoa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório Institucional - Universidade Fernando Pessoa |
| Resumo: | O presente estudo tem como principal objetivo compreender de que modo a crise económica e o desemprego podem ter influência no número de casos de violência doméstica. Apesar da pandemia e tudo o que está consigo relacionada ainda estar presente nos dias de hoje, compreende-se que, atualmente, a vida e as rotinas já voltaram, praticamente, ao normal e, por esse motivo, faz sentido falar, tanto de um período de COVID-19 como de um período já considerado “pós-pandemia”. No entanto, é fundamental compreender os fatores de risco que levam aos episódios de violência doméstica, de forma a intervir nos mesmos. Com a pandemia, muitos foram os que perderam os seus empregos e, de acordo com a literatura analisada, este parece ser um dos fatores que mais tem dado origem a episódios de violência doméstica. Com a pandemia, as pessoas passaram mais tempo juntas e fechadas em casa o que, em muitos dos casos, pode explicar a existência de violência em contexto doméstico. Num período de pós-pandemia, compreende-se que o atual conflito armado existente entre a Ucrânia e a Rússia impacta, de diferentes formas, a vida individual e em sociedade. O aumento da inflação e o desemprego é um dos fatores motivadores da crise económica que se está a viver, podendo estar na origem do aumento da violência doméstica. Com o presente estudo foi possível concluir que, segundo os profissionais inquiridos, a violência doméstica aumentou durante a pandemia do COVID-19, tendo-se mantido num período de pós-pandemia. As dificuldades económicas/financeiras tendem a ser um dos principais fatores desencadeadores dos episódios de violência no contexto doméstico. |
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