Publicação
Pré-medicação oral em sedação consciente com protóxido de azoto
| Resumo: | O controlo de comportamento de crianças não cooperantes é frequentemente atingido com técnicas de sedação farmacológica. A sedação por via oral é uma das vias de sedação mais antiga e já provou permitir um bom controlo da ansiedade pré-operatória. Nos fármacos orais mais utilizados em medicina dentária podemos encontrar as benzodiazepinas, a hidroxizina e o hidrato de cloral. A sedação por via inalatória, nomeadamente a mistura de protóxido de azoto com oxigénio aproxima-se do ideal principalmente porque permite controlar o nível de sedação não deixando praticamente resíduos no corpo. No entanto, os seus resultados não são constantes. A combinação de pré-medicação oral em sedação consciente com protóxido de azoto tem como objectivos potenciar as vantagens e colmatar as falhas de cada uma destas vias. As combinações de pré-medicação oral/protóxido de azoto mais comuns incluem o diazepam/protóxido de azoto, midazolam/protóxido de azoto, hidrato de cloral/protóxido de azoto e hidroxizina/protóxido de azoto. Numa revisão dos artigos que abrangem este tema verificou-se que todas as combinações diazepam/protóxido de azoto, midazolam/protóxido de azoto, hidrato de cloral/protóxido de azoto são seguras e eficazes no controlo de comportamento, através do controlo do movimento, do choro e da sonolência das crianças durante o tratamento dentário. Porém, não se encontraram estudos suficientes que permitissem uma apreciação justa do desempenho da combinação hidroxizina/protóxido de azoto no controlo de comportamento da criança. São necessários mais estudos que comparem as várias combinações de medicamentos entre si. |
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| Autores principais: | Candeias, Ana Luísa Oliveira |
| Assunto: | Anestesia oral Teses de mestrado - 2012 |
| Ano: | 2012 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | O controlo de comportamento de crianças não cooperantes é frequentemente atingido com técnicas de sedação farmacológica. A sedação por via oral é uma das vias de sedação mais antiga e já provou permitir um bom controlo da ansiedade pré-operatória. Nos fármacos orais mais utilizados em medicina dentária podemos encontrar as benzodiazepinas, a hidroxizina e o hidrato de cloral. A sedação por via inalatória, nomeadamente a mistura de protóxido de azoto com oxigénio aproxima-se do ideal principalmente porque permite controlar o nível de sedação não deixando praticamente resíduos no corpo. No entanto, os seus resultados não são constantes. A combinação de pré-medicação oral em sedação consciente com protóxido de azoto tem como objectivos potenciar as vantagens e colmatar as falhas de cada uma destas vias. As combinações de pré-medicação oral/protóxido de azoto mais comuns incluem o diazepam/protóxido de azoto, midazolam/protóxido de azoto, hidrato de cloral/protóxido de azoto e hidroxizina/protóxido de azoto. Numa revisão dos artigos que abrangem este tema verificou-se que todas as combinações diazepam/protóxido de azoto, midazolam/protóxido de azoto, hidrato de cloral/protóxido de azoto são seguras e eficazes no controlo de comportamento, através do controlo do movimento, do choro e da sonolência das crianças durante o tratamento dentário. Porém, não se encontraram estudos suficientes que permitissem uma apreciação justa do desempenho da combinação hidroxizina/protóxido de azoto no controlo de comportamento da criança. São necessários mais estudos que comparem as várias combinações de medicamentos entre si. |
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