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Análise estética da face

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Resumo:A aparência facial tem uma forte influência na vida humana, nomeadamente nas interacções sociais e no estabelecimento da imagem pessoal. É essencialmente um fenómeno perceptual, que pode ter fundações na hereditariedade, ambiente, ou ambos. Apesar de não existirem medições objectivas para a atracção física, indivíduos de uma mesma sociedade têm padrões comuns, que lhes permite reconhecer a atracção. Diferenças étnicas, raciais, assim como o sexo, idade, educação, estatuto socioeconómico e localização geográfica desempenham um papel importante na diversificação das preferências estéticas. No ser humano, ocorre uma diferença natural entre sexos, que passa por características físicas, percepções e preferências, que podem ter influência na interacção social, sexualidade ou escolha de parceiro sexual. Os padrões e ideais na estética facial alteraram-se no decurso do século XX. Vários procedimentos realizados por ortodontistas podem alterar a aparência facial. Um dos principais objectivos do tratamento ortodôntico é a obtenção e preservação da atracção facial. A aparência facial é um critério de diagnóstico essencial a ser considerado no plano de tratamento ortodôntico, direccionado no sentido de uma proporção balanceada e um arranjo harmonioso dos componentes faciais. A avaliação da estética facial é subjectiva, uma vez que o equilíbrio e harmonia dos componentes faciais não significam necessariamente uma face atraente. Os especialistas desempenham um papel decisivo na determinação do destino estético da face do paciente, contudo, devem ter em consideração a percepção da face pelo próprio paciente, tendo em conta os conceitos de beleza, equilíbrio, harmonia e proporção facial do público. A análise dos tecidos moles não deve tomar o lugar do exame clínico do paciente. O exame facial pode ser determinante na decisão de qual o procedimento que vai resultar uma maior estética. Orientações estéticas devem ser seguidas ao determinar o plano ortodôntico e/ou cirúrgico se um dos objectivos do tratamento é a atracção facial.
Autores principais:Xavier, Diogo Pachica
Assunto:Estética dentária Teses de mestrado - 2011
Ano:2011
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:A aparência facial tem uma forte influência na vida humana, nomeadamente nas interacções sociais e no estabelecimento da imagem pessoal. É essencialmente um fenómeno perceptual, que pode ter fundações na hereditariedade, ambiente, ou ambos. Apesar de não existirem medições objectivas para a atracção física, indivíduos de uma mesma sociedade têm padrões comuns, que lhes permite reconhecer a atracção. Diferenças étnicas, raciais, assim como o sexo, idade, educação, estatuto socioeconómico e localização geográfica desempenham um papel importante na diversificação das preferências estéticas. No ser humano, ocorre uma diferença natural entre sexos, que passa por características físicas, percepções e preferências, que podem ter influência na interacção social, sexualidade ou escolha de parceiro sexual. Os padrões e ideais na estética facial alteraram-se no decurso do século XX. Vários procedimentos realizados por ortodontistas podem alterar a aparência facial. Um dos principais objectivos do tratamento ortodôntico é a obtenção e preservação da atracção facial. A aparência facial é um critério de diagnóstico essencial a ser considerado no plano de tratamento ortodôntico, direccionado no sentido de uma proporção balanceada e um arranjo harmonioso dos componentes faciais. A avaliação da estética facial é subjectiva, uma vez que o equilíbrio e harmonia dos componentes faciais não significam necessariamente uma face atraente. Os especialistas desempenham um papel decisivo na determinação do destino estético da face do paciente, contudo, devem ter em consideração a percepção da face pelo próprio paciente, tendo em conta os conceitos de beleza, equilíbrio, harmonia e proporção facial do público. A análise dos tecidos moles não deve tomar o lugar do exame clínico do paciente. O exame facial pode ser determinante na decisão de qual o procedimento que vai resultar uma maior estética. Orientações estéticas devem ser seguidas ao determinar o plano ortodôntico e/ou cirúrgico se um dos objectivos do tratamento é a atracção facial.