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Marcas próprias da insignia Pingo Doce: risco percebido e intenção de compra

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Detalhes bibliográficos
Resumo:As marcas próprias, ou de distribuidor, conheceram nos últimos anos um desenvolvimento extraordinário, fruto não só da crise económica mas da nova atitude do consumidor - mais sensível ao preço e menos orientado para as marcas estabelecidas - e face também a uma gestão mais rigorosa e inovadora das marcas da distribuição. Apesar da forte penetração da marca de distribuição em muitas categorias de produto, há ainda domínios em que o consumidor percepciona riscos acrescidos nas marcas associadas às insígnias dos retalhistas e não considera sequer comprar qualquer alternativa à marca de fabricante em que confia. Nesta investigação começa-se por fazer uma revisão de literatura que analisa com profundidade os principais estudos publicados sobre a temática e que permitirá alicerçar as questões de investigação e, posteriormente, orientar a condução de um focus grupo que explorará em profundidade o risco percepcionado pelo consumidor e as estratégias de redução de risco associadas. O contexto empírico centra-se nos produtos da marca de um dos principais retalhistas presentes no mercado português (Pingo Doce).
Autores principais:Santos, Vânia Patricia de Jesus Almeida
Assunto:Marcas próprias risco percebido estratégias de redução de risco Pingo Doce Portugal Private brands perceived risk risk reduction strategies
Ano:2013
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:As marcas próprias, ou de distribuidor, conheceram nos últimos anos um desenvolvimento extraordinário, fruto não só da crise económica mas da nova atitude do consumidor - mais sensível ao preço e menos orientado para as marcas estabelecidas - e face também a uma gestão mais rigorosa e inovadora das marcas da distribuição. Apesar da forte penetração da marca de distribuição em muitas categorias de produto, há ainda domínios em que o consumidor percepciona riscos acrescidos nas marcas associadas às insígnias dos retalhistas e não considera sequer comprar qualquer alternativa à marca de fabricante em que confia. Nesta investigação começa-se por fazer uma revisão de literatura que analisa com profundidade os principais estudos publicados sobre a temática e que permitirá alicerçar as questões de investigação e, posteriormente, orientar a condução de um focus grupo que explorará em profundidade o risco percepcionado pelo consumidor e as estratégias de redução de risco associadas. O contexto empírico centra-se nos produtos da marca de um dos principais retalhistas presentes no mercado português (Pingo Doce).