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Os algozes de Gomes Freire: análise prosopográfica e ideológica de alguns dos decisores do seu processo

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Quando se assinala o bicentenário da morte de Gomes Freire de Andrade, o que se sabe, na actualidade, sobre os perfis prosopográficos e ideológicos de quem decidiu, judicialmente, a sua sorte? Pouco mais do que os respectivos nomes: António Gomes Ribeiro, José António de Oliveira Leite de Barros, José Ribeiro Saraiva e António José Guião (entre outros). Já para não falar dos decisores políticos – William Carr Beresford, Miguel Pereira Forjaz e o Principal Sousa. Constituíram o processo e morte de Gomes Freire momento cruciais para a definição da futura coalização contra-revolucionária portuguesa de 1828? Foi a intervenção daqueles a quem poderíamos, in latu sensu, designar como os seus algozes, judiciais, policiais e políticos, coerente com os seus ideários e percursos político-institucionais, anteriores e futuros? Que percursos escolares e sócio-profissionais, origem geográfica e outros dados prosopográficos podem ser identificados, ao fim de duzentos anos? Proponho-me procurar responder a estas e a outras questões, lançando pistas de investigação e nótulas para um debate alargado sobre tais matérias, que considero relevantes para a história e cultura política do primeiro terço do século XIX português.
Autores principais:Protásio, Daniel Estudante
Assunto:Andrade, Gomes Freire de, 1757-1817 Beresford, William Carr, 1768-1854 Processo judicial Prosografia Conservadorismo Contra-Revolução
Ano:2019
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa

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