Publicação

Risk-taking by banks, corporate governance and regulation : evidence from EU countries

Ver documento

Detalhes bibliográficos
Resumo:O objetivo desta dissertação constitui em analisar a relação entre a estrutura acionista dos bancos e o risco tomado. Adicionalmente, é examinado o impacto da regulação bancária nessa mesma tomada de risco. A análise empírica considera uma amostra de bancos dos países da União Europeia, que se encontram atualmente cotados, durante os anos 2011 a 2016. O modelo econométrico usado foi a regressão generalized least squares random effect, uma vez que estamos a considerar um conjunto de dados de painel balanceado. Foi testada a hipótese de que os bancos que apresentam uma estrutura com poucos accionistas têm maior probabilidade em tomar mais risco, comparativamente com os bancos que apresentam uma estrutura accionista mais difusa. Igualmente foi considerada a estrutura do conselho de administração uma variável explicativa do modelo: se um numeroso e independente conselho de administração tem alguma influência na tomada de risco dos bancos. Atendendo à amostra utilizada, verificou-se alguma evidência entre a composição do conselho de administração e a tomada de risco. Por outro lado, relativamente à concentração da estrutura accionista, constatou-se uma evidência reduzida ou mesmo nula no risco. Relativamente ao impacto da intervenção regulatória no risco, não foi igualmente verificada uma significância na relação entre as duas variáveis, isto é, regulação mais rigorosa não influencia o risco que os bancos tomam.
Autores principais:Ye, Ana Jin
Assunto:Bancos Risco Governo das Sociedades Regulação Países da União Europeia Banks Risk Corporate governance Regulation EU countries
Ano:2018
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:inglês
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:O objetivo desta dissertação constitui em analisar a relação entre a estrutura acionista dos bancos e o risco tomado. Adicionalmente, é examinado o impacto da regulação bancária nessa mesma tomada de risco. A análise empírica considera uma amostra de bancos dos países da União Europeia, que se encontram atualmente cotados, durante os anos 2011 a 2016. O modelo econométrico usado foi a regressão generalized least squares random effect, uma vez que estamos a considerar um conjunto de dados de painel balanceado. Foi testada a hipótese de que os bancos que apresentam uma estrutura com poucos accionistas têm maior probabilidade em tomar mais risco, comparativamente com os bancos que apresentam uma estrutura accionista mais difusa. Igualmente foi considerada a estrutura do conselho de administração uma variável explicativa do modelo: se um numeroso e independente conselho de administração tem alguma influência na tomada de risco dos bancos. Atendendo à amostra utilizada, verificou-se alguma evidência entre a composição do conselho de administração e a tomada de risco. Por outro lado, relativamente à concentração da estrutura accionista, constatou-se uma evidência reduzida ou mesmo nula no risco. Relativamente ao impacto da intervenção regulatória no risco, não foi igualmente verificada uma significância na relação entre as duas variáveis, isto é, regulação mais rigorosa não influencia o risco que os bancos tomam.