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Comparação de programas e medidas de apoio à inovação entre Espanha e Portugal

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Resumo:O novo paradigma no qual se debatem actualmente os países - a chamada Economia do Conhecimento - está a mudar as regras do jogo, e para tal, é preciso que as empresas enfrentem estes novos desafios através de recursos intangíveis. É nesta nova economia que a inovação se constitui como o pilar do crescimento económico e da criação de vantagens competitivas sustentáveis e de longo prazo. O desenvolvimento de projectos de I+D+i, devido ao risco e incerteza associados, à obtenção de benefícios a longo prazo, à dificuldade na apropriabilidade dos resultados e a outros factores próprios do processo de inovação, desencoraja as empresas, como entidades com fins lucrativos, a realizar investimentos neste tipo de actividades, o que tem como principal consequência uma menor competitividade das economias, considerando o consenso geral de que a inovação contribui para o crescimento económico dos países. Cientes da importância da inovação no contexto da competitividade global, os Estados desenham e implementam políticas de apoio à inovação como forma de dinamizar o investimento privado no contexto de cada sistema nacional e regional. Subjacente a esta actuação está a consciência das barreiras e constrangimentos que as empresas defrontam quando desenvolvem projectos de I+D+i ou gerem sistemas de gestão da inovação. Este estudo pretende abordar quais as teorias económicas que apoiam o desenho e a implementação das políticas públicas de apoio à inovação, explorando em particular o caso espanhol e português, através da realização de um estudo comparativo de um conjunto seleccionado de medidas de apoio à inovação. O objectivo é verificar qual o impacto destes portefólios no desempenho inovador de cada um dos países.
Autores principais:Sousa, Carla Alonso
Assunto:I+D+i políticas públicas teoria neoclássica teoria evolucionista falhas de mercado falhas de aprendizagem R&D&i public policy neoclassic theory evolucionist theory market failures learning failures.
Ano:2010
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso restrito
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:O novo paradigma no qual se debatem actualmente os países - a chamada Economia do Conhecimento - está a mudar as regras do jogo, e para tal, é preciso que as empresas enfrentem estes novos desafios através de recursos intangíveis. É nesta nova economia que a inovação se constitui como o pilar do crescimento económico e da criação de vantagens competitivas sustentáveis e de longo prazo. O desenvolvimento de projectos de I+D+i, devido ao risco e incerteza associados, à obtenção de benefícios a longo prazo, à dificuldade na apropriabilidade dos resultados e a outros factores próprios do processo de inovação, desencoraja as empresas, como entidades com fins lucrativos, a realizar investimentos neste tipo de actividades, o que tem como principal consequência uma menor competitividade das economias, considerando o consenso geral de que a inovação contribui para o crescimento económico dos países. Cientes da importância da inovação no contexto da competitividade global, os Estados desenham e implementam políticas de apoio à inovação como forma de dinamizar o investimento privado no contexto de cada sistema nacional e regional. Subjacente a esta actuação está a consciência das barreiras e constrangimentos que as empresas defrontam quando desenvolvem projectos de I+D+i ou gerem sistemas de gestão da inovação. Este estudo pretende abordar quais as teorias económicas que apoiam o desenho e a implementação das políticas públicas de apoio à inovação, explorando em particular o caso espanhol e português, através da realização de um estudo comparativo de um conjunto seleccionado de medidas de apoio à inovação. O objectivo é verificar qual o impacto destes portefólios no desempenho inovador de cada um dos países.