Publicação
Competências e práticas salariais
| Resumo: | O desenvolvimento de competências nas empresas está intimamente ligado à sua capacidade de organização estratégica e inovação em matéria da Gestão de Recursos Humanos. O termo qualificações começa a dar lugar ao novo conceito de competências que tem um sentido mais amplo, envolvendo a formação escolar, profissional, a experiência, e novas atitudes perante o trabalho. O posto de trabalho desenvolve-se, segundo esta nova óptica, para a organização, onde, um conjunto de atitudes e requisitos de acção exigem, da parte da empresa e do trabalhador uma polivalência e flexibilidade qualitativa. O sistema de remunerações deve estar ligado ao desenvolvimento de competências, permitindo por si próprio, como força impulsionadora, a implementação da mudança organizacional rumo ao modelo da gestão pelas Competências. O presente trabalho desenvolve a teoria segundo a qual o trabalhador precisa de estar motivado para ser capaz de enfrentar o novo modelo de competências. Essa motivação deve ser desenvolvida pela empresa, e o trabalhador também deve ser capaz de encontrar a auto-motivação que lhe permita tornar-se mais activo na sua profissionalização. É muito importante o sistema remuneratório que a empresa promove, pois nele o trabalhador pode encontrar o feed-back do seu empenho e esforço. Ou até, através dele, desenvolver a vontade de aprendizagem permanente. São estudadas as competências conceptuais, técnicas e interpessoais, que correspondem aos conhecimentos teóricos da profissão, aos conhecimentos organizacionais, ao domínio dos métodos de trabalho e das ferramentas, e às capacidades e atitudes. Percebe-se em todo o estudo que o modelo de competências se adapta aos novos modelos Antropocêntricos de Gestão que centram os recursos humanos na unidade produtiva. E que, para alcançar bons resultados em competências e práticas salariais competitivas, esses modelos devem evoluir em concordância e lógica. |
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| Autores principais: | Castro, Maria de Fátima de Carvalho Menezes e |
| Assunto: | organização do trabalho qualificações e competências sistemas remuneratórios atitudes e cultura organizacional work organization qualifications and competences remuneration systems attitudes and organizational culture |
| Ano: | 2006 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | O desenvolvimento de competências nas empresas está intimamente ligado à sua capacidade de organização estratégica e inovação em matéria da Gestão de Recursos Humanos. O termo qualificações começa a dar lugar ao novo conceito de competências que tem um sentido mais amplo, envolvendo a formação escolar, profissional, a experiência, e novas atitudes perante o trabalho. O posto de trabalho desenvolve-se, segundo esta nova óptica, para a organização, onde, um conjunto de atitudes e requisitos de acção exigem, da parte da empresa e do trabalhador uma polivalência e flexibilidade qualitativa. O sistema de remunerações deve estar ligado ao desenvolvimento de competências, permitindo por si próprio, como força impulsionadora, a implementação da mudança organizacional rumo ao modelo da gestão pelas Competências. O presente trabalho desenvolve a teoria segundo a qual o trabalhador precisa de estar motivado para ser capaz de enfrentar o novo modelo de competências. Essa motivação deve ser desenvolvida pela empresa, e o trabalhador também deve ser capaz de encontrar a auto-motivação que lhe permita tornar-se mais activo na sua profissionalização. É muito importante o sistema remuneratório que a empresa promove, pois nele o trabalhador pode encontrar o feed-back do seu empenho e esforço. Ou até, através dele, desenvolver a vontade de aprendizagem permanente. São estudadas as competências conceptuais, técnicas e interpessoais, que correspondem aos conhecimentos teóricos da profissão, aos conhecimentos organizacionais, ao domínio dos métodos de trabalho e das ferramentas, e às capacidades e atitudes. Percebe-se em todo o estudo que o modelo de competências se adapta aos novos modelos Antropocêntricos de Gestão que centram os recursos humanos na unidade produtiva. E que, para alcançar bons resultados em competências e práticas salariais competitivas, esses modelos devem evoluir em concordância e lógica. |
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