Publicação
Premiums and reserves in life insurance policies : the worst-case scenario and Solvency II
| Resumo: | As reservas de capital representam um instrumento fundamental no processo de gestão de risco das empresas de seguros, sendo utilizadas no cálculo do capital económico e regulamentar. Como o valor das reservas e dos prémios é fortemente influenciado pelos pressupostos atuariais utilizados, a escolha adequada das bases técnicas é um dos temas de principal interesse para as Companhias de Seguros e para as Entidades Reguladoras. O principal objetivo deste trabalho é o estudo de um método de construção de cenários biométricos para o cálculo de reservas e prémios, adotando uma posição conservadora em relação às bases técnicas de segunda ordem, seguindo a orientação de dois trabalhos fundamentais neste domínio, Christiansen (2010) e Milbrodt and Stracke (1997). Este cenário é determinado através da resolução de um problema de maximização da reserva prospetiva que nos permite definir as bases biométricas de primeira ordem que representam o pior caso do ponto de vista do Segurador. As apólices do ramo vida são descritas pelo modelo Markoviano de estados múltiplos, sendo as reservas prospetivas calculadas recorrendo à equação de Thiele. O novo regime de solvência da União Europeia, Solvência II, também recorre à noção de piores cenários, por forma a quantificar os requisitos de capitais no ramo vida, embora com uma definição diferente. Assim, um objetivo adicional, e também importante, deste trabalho é procurar integrar o método estudado no enquadramento estabelecido pelo projeto Solvência II. |
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| Autores principais: | Balau, Eunice Alexandra Madeira |
| Assunto: | Seguros Vida Prémios Reserva Pior Cenário Sum-at-Risk Solvência II Life insurance Premiums Reserve Worst-case Scenario Solvency II |
| Ano: | 2014 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | inglês |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | As reservas de capital representam um instrumento fundamental no processo de gestão de risco das empresas de seguros, sendo utilizadas no cálculo do capital económico e regulamentar. Como o valor das reservas e dos prémios é fortemente influenciado pelos pressupostos atuariais utilizados, a escolha adequada das bases técnicas é um dos temas de principal interesse para as Companhias de Seguros e para as Entidades Reguladoras. O principal objetivo deste trabalho é o estudo de um método de construção de cenários biométricos para o cálculo de reservas e prémios, adotando uma posição conservadora em relação às bases técnicas de segunda ordem, seguindo a orientação de dois trabalhos fundamentais neste domínio, Christiansen (2010) e Milbrodt and Stracke (1997). Este cenário é determinado através da resolução de um problema de maximização da reserva prospetiva que nos permite definir as bases biométricas de primeira ordem que representam o pior caso do ponto de vista do Segurador. As apólices do ramo vida são descritas pelo modelo Markoviano de estados múltiplos, sendo as reservas prospetivas calculadas recorrendo à equação de Thiele. O novo regime de solvência da União Europeia, Solvência II, também recorre à noção de piores cenários, por forma a quantificar os requisitos de capitais no ramo vida, embora com uma definição diferente. Assim, um objetivo adicional, e também importante, deste trabalho é procurar integrar o método estudado no enquadramento estabelecido pelo projeto Solvência II. |
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