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Inteligibilidade e legibilidade em «Lettre d’un fou» e «Le Horla» de Guy de Maupassant
| Resumo: | Entre 1885 e 1887, Guy de Maupassant escreveu três contos – «Lettre d’un fou», «Le Horla» (1.ª versão) e «Le Horla» (2.ª versão) – centrados numa criatura invisível que os narradores pressentem mas não conseguem identificar com precisão, e que os atormenta e conduz à loucura ou à morte. O recurso a esta figura paradigmática da ausência – um ser ontologicamente indefinido, entre presença (apreensível através de indícios) e ausência (em última instância intangível), que no terceiro conto é baptizado com o neologismo de «Horla» – está na base de um pensamento duplo levado a cabo por Maupassant sobre a posição epistemológica do homem no mundo e sobre a literatura enquanto construção textual. |
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| Autores principais: | Bértolo, José |
| Assunto: | Maupassant, Guy de, 1850-1893 - Crítica e interpretação Literatura do séc. XIX Literatura francesa Literatura fantástica |
| Ano: | 2016 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | Entre 1885 e 1887, Guy de Maupassant escreveu três contos – «Lettre d’un fou», «Le Horla» (1.ª versão) e «Le Horla» (2.ª versão) – centrados numa criatura invisível que os narradores pressentem mas não conseguem identificar com precisão, e que os atormenta e conduz à loucura ou à morte. O recurso a esta figura paradigmática da ausência – um ser ontologicamente indefinido, entre presença (apreensível através de indícios) e ausência (em última instância intangível), que no terceiro conto é baptizado com o neologismo de «Horla» – está na base de um pensamento duplo levado a cabo por Maupassant sobre a posição epistemológica do homem no mundo e sobre a literatura enquanto construção textual. |
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