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Concepções e práticas de avaliação de professores do 1º ciclo, ensino básico

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A presente investigação focalizou-se no estudo das concepções e práticas de avaliação dos professores do 1° ciclo. Propusemo-nos, assim, conhecer o modo como alguns professores concebem e praticam a avaliação nas suas turmas. Da experiência própria apercebemo-nos de que a avaliação é uma das principais preocupações, senão a principal, de todos aqueles que de diferentes formas são por ela atingidos, e nos quais se incluem professores, alunos e encarregados de educação. A avaliação é uma prática diária de todo o professor que, dia a dia, encontra múltiplas dificuldades. Esta investigação teve como objectivos, identificar e descrever os traços representativos de concepções sobre avaliação das aprendizagens, caracterizar as práticas avaliativas dos professores, relacionar as suas concepções sobre avaliação e as respectivas práticas. O estudo empírico assentou numa metodologia de carácter qualitativo, descritivo e interpretativo. Para a sua realização, numa primeira fase, foram inquiridos nove professores pertencentes a uma escola do 1ºciclo do concelho de Oeiras através da realização de entrevistas semi-directivas. Procurámos conhecer as representações dos professores sobre as suas concepções e práticas de avaliação. Depois da análise das entrevistas, e em função dos resultados obtidos, passámos a uma segunda fase, que constou da recolha de depoimentos escritos de um grupo de professores do mesmo concelho mas de escolas diferentes, participantes numa acção de formação sobre avaliação das aprendizagens. Dos resultados obtidos poderemos concluir que a avaliação das aprendizagens é um processo complexo que suscita muitas interrogações, dúvidas e incertezas, quer no domínio teórico, quer no das práticas. As concepções e práticas predominantes, nas formas de avaliar os processos e resultados de aprendizagem, permanecem quase inalteradas. O que se faz é, sobretudo, ditado pela experiência profissional sendo notória a ausência de um quadro teórico de referência que aponte caminhos e ajude a fundamentar as várias decisões que vão sendo tomadas. Os professores manifestam relativa insegurança nessa área.
Autores principais:Gomes, Rodrigo Pereira
Assunto:Teses de mestrado - 2006 Avaliação formativa Reorganização curricular Avaliação de professores Ensino básico (1º ciclo)
Ano:2006
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso restrito
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:A presente investigação focalizou-se no estudo das concepções e práticas de avaliação dos professores do 1° ciclo. Propusemo-nos, assim, conhecer o modo como alguns professores concebem e praticam a avaliação nas suas turmas. Da experiência própria apercebemo-nos de que a avaliação é uma das principais preocupações, senão a principal, de todos aqueles que de diferentes formas são por ela atingidos, e nos quais se incluem professores, alunos e encarregados de educação. A avaliação é uma prática diária de todo o professor que, dia a dia, encontra múltiplas dificuldades. Esta investigação teve como objectivos, identificar e descrever os traços representativos de concepções sobre avaliação das aprendizagens, caracterizar as práticas avaliativas dos professores, relacionar as suas concepções sobre avaliação e as respectivas práticas. O estudo empírico assentou numa metodologia de carácter qualitativo, descritivo e interpretativo. Para a sua realização, numa primeira fase, foram inquiridos nove professores pertencentes a uma escola do 1ºciclo do concelho de Oeiras através da realização de entrevistas semi-directivas. Procurámos conhecer as representações dos professores sobre as suas concepções e práticas de avaliação. Depois da análise das entrevistas, e em função dos resultados obtidos, passámos a uma segunda fase, que constou da recolha de depoimentos escritos de um grupo de professores do mesmo concelho mas de escolas diferentes, participantes numa acção de formação sobre avaliação das aprendizagens. Dos resultados obtidos poderemos concluir que a avaliação das aprendizagens é um processo complexo que suscita muitas interrogações, dúvidas e incertezas, quer no domínio teórico, quer no das práticas. As concepções e práticas predominantes, nas formas de avaliar os processos e resultados de aprendizagem, permanecem quase inalteradas. O que se faz é, sobretudo, ditado pela experiência profissional sendo notória a ausência de um quadro teórico de referência que aponte caminhos e ajude a fundamentar as várias decisões que vão sendo tomadas. Os professores manifestam relativa insegurança nessa área.